Médicos que fazem regulação no Samu não conseguem atender e 192 está prejudicado

O atendimento pelo telefone 192 do Samu está prejudicado desde às 19 horas desta segunda-feira (13).

Telefonistas e rádio-operadores paralisaram suas atividades, em razão de atrasos nos pagamentos e outros direitos. A reportagem do Portal Martin Behrend conversou com servidores em Novo Hamburgo e Gravataí. A informação é a mesma: sem atendimentos.

Com isso, os médicos que fazem a regulação do atendimento também paralisaram as atividades, e está praticamente impossível liberar as ambulâncias para atendimento. Os médicos estão à disposição para atender, contudo, faltam os outros servidores.

A Secretaria Estadual da Saúde e o Sindicato Médico do Estado do Rio Grande do Sul (Simers) estão tentando buscar alternativas. Aliás, a situação dos médicos também requer prioridade do governo do Estado. Em janeiro deste ano, o Simers alertava para a falta de médicos na Central de Regulação do Samu Estadual. E uma das consequências é a sobrecarga de trabalho que recai sobre aqueles que atuam no serviço, outro problema urgente a ser resolvido.

Em Novo Hamburgo, a Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo vem negociando uma situação emergencial: a Brigada Militar, acionada pelo 190 para atender ocorrências, poderia receber autorização para acionar, com credibilidade, as ambulâncias do Samu. Isso, contudo, depende de ajustes e combinações, principalmente em razão de trotes e da mecânica de funcionamento deste serviço emergencial.

A orientação, em caso de emergências, é buscar atendimento com serviços privados de ambulâncias, que poderão fazer resgates e socorros, levando ao Hospital Municipal de Novo Hamburgo.

Em cada município, as emergências e os socorros devem ser buscados junto a empresas privadas, já que o Samu esta paralisado.

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