A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) realizou, na manhã desta quinta-feira (27), a incineração de mais de dez toneladas de entorpecentes apreendidos pelas forças de segurança pública.
O processo aconteceu em um forno cedido por uma empresa da Região Metropolitana.
O procedimento de destruição dos materiais é realizado regularmente pelo Denarc após autorização do poder Judiciário.
Ao todo, foram queimados 10.300kg de cocaína, crack, maconha, além de drogas sintéticas.
O montante, um dos maiores já incinerados pela Polícia Civil, é resultado de apreensões realizadas em todo o Estado em 2021 e sobretudo em 2022 em ações de combate ao narcotráfico.
Além de agentes da Polícia Civil, a queima dos entorpecentes contou ainda com a atuação da Polícia Rodoviária Federal e da Vigilância Sanitária.
PORTO ALEGRE
Dentro de tantas operações para apreensão de drogas, a Polícia Civil, por meio da 3ª DIN/Denarc, localizou um depósito de drogas e apreendeu grande quantidade de entorpecentes no bairro Glória. Foi no começo desta semana, em Porto Alegre.
A investigação iniciou após o recebimento de denúncias de pessoas que perceberam movimentação atípica em um quarto de uma pensão na localidade. Conforme os relatos, um dos quartos alugados apresentava movimento de pessoas apenas no turno da noite. Além disso, constantemente homens eram vistos entrando e saindo do imóvel com caixas e sacos fechados.
Ao adentrar nas dependências para verificar o teor das informações, foi possível sentir o forte odor de maconha do quarto narrado na denúncia. Diante da situação, os policiais ingressaram no imóvel, localizando farta quantidade de drogas e de insumos para produção de entorpecentes.
Foram apreendidos mais de 10 quilos de cocaína pura, dois quilos de insumo para preparação de cocaína, mais de 20 quilos de maconha e balança para pesagem do entorpecente. A droga pertence a uma facção criminosa com base na zona sul de Porto Alegre.
A investigação prossegue para identificar e responsabilizar os membros da organização criminosa responsáveis pelos entorpecentes.