Hospitais em situação caótica: bandeira preta seguirá no RS até 21 de março

O Rio Grande do Sul vive, há alguns dias, a saturação dos hospitais gaúchos.

Todos os leitos de UTI está ocupados em hospitais públicos e particulares – quase 3.000.

Milhares de leitos clínicos também estão ocupados por pacientes de Covid-19. Em alguns municípios, tem UPA virando em ponto exclusivo de atendimento para Covid, assim como outras cidades fecham unidades de saúde para reforçar o número de colaboradores nos hospitais.

Aliás, esse é um problema: faltam médicos e enfermeiros disponíveis. Não adianta abrir novos leitos com a escassez de profissionais. E os médicos e enfermeiros que estão na linha de frente se encontram muito desgastados.

O vírus circula com força. Chegam centenas de novos pacientes por dia nos hospitais, contudo, as altas diárias são em menor proporção.

Com isso, a bandeira preta está mantida até 21 de março. A cogestão deverá voltar em 22 de março.

Entre as medidas anunciadas, estão proibições envolvendo a venda de determinados em supermercados e a proibição de banho de mar, rios e lagoas – esportes náuticos também estão proibidos.

Também foram feitos ajustes nas redações dos decretos deixando mais claro algumas situações.

O comunicado foi feito pelo governador Eduardo Leite (PSDB), no final da tarde desta sexta-feira (5). O governador não anunciou lockdown;

CONFIRA ALTERAÇÕES NOS PROTOCOLOS DIVULGADAS HOJE

A medida a seguir valerá a partir de segunda-feira (8), atingindo os supermercados. O objetivo é evitar passeios de famílias e concorrência desleal. Supermercados deverão retirar ou impedir acesso dos clientes aos produtos não essenciais.

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