Velório de Cláudio Strassburger ocorre na Câmara de Campo Bom

O velório do empresário Cláudio Strassburger, 95 anos, está sendo realizado, neste feriado de 2 de novembro, na Câmara de Vereadores de Campo Bom.

As despedidas podem ser realizadas até às 16 horas de hoje. Após, haverá a cerimônia de cremação.

Strassburger faleceu, no final da tarde desta quarta-feira (1º), em hospital de Novo Hamburgo.

Segundo informações apuradas pelo Portal Martin Behrend, ele vinha sofrendo com uma insuficiência cardíaca e infecções respiratórias há algum tempo. Finalmente, ele não suportou uma forte pneumonia, vindo a óbito. Seu corpo descansou.

Strassburger é considerado um visionário e um dos pioneiros nas exportações de calçados brasileiros, ainda na década de 1960.

CAMPO BOM

A Prefeitura de Campo Bom decretou luto oficial pelo falecimento do empresário.

A Câmara de Vereadores de Campo Bom divulgou Nota de Pesar:

“A Câmara de Vereadores de Campo Bom lamenta o falecimento do Dr. Cláudio Ênio Strassburguer, ocorrido nesta quarta, 01/11. O Dr. Cláudio foi o homem que transformou Campo Bom no Pequeno Gigante do Vale, resume o presidente do Legislativo, Jerri Moraes.

Os vereadores e servidores do Poder Legislativo desejam força e luz aos familiares nesse momento de tristeza. O corpo de Cláudio será velado na Câmara de Vereadores nesta quinta, 02/11, entre 8h e 16h, e depois segue para cremação.”


POLÍTICA E LIDERANÇA DO SETOR

Além de sua grande atuação no calçado, Strassburger foi vice-presidente da Fiergs, vereador, secretário estadual da Indústria e Comércio, deputado federal e vice-governador do Rio Grande do Sul. Passou em legendas como Arena e PDS.

Também foi diretor da antiga Fenac e um dos fundadores do atual Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) – no início da década de 1970, surgiu com o nome de Instituto Brasileiro do Couro, Calçados e Afins – IBCCA e, posteriormente, Centro Tecnológico do Couro, Calçados e Afins – CTCCA.

No site do IBTeC, a participação do empresário é destacada: “Foi pensando nessa realidade – a carência de tecnologia para o setor – que no início dos anos 70, um grupo de técnicos e empresários visionários, liderados por Cláudio Strassburger, sentiu a necessidade de qualificar a mão de obra e testar a qualidade dos produtos para oferecer maior credibilidade aos compradores internacionais que começavam a importar calçados brasileiros.

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