De diferentes maneiras, as duas grandes cidades do Vale do Sinos se destacam na geração de empregos no Rio Grande do Sul.
Cada município tem o seu olhar e suas estatísticas para chegar em novembro com boas notícias para compartilhar.
NOVO HAMBURGO
A economia hamburguense gerou 1237 novos postos de trabalho no município em outubro, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, divulgados nesta quinta-feira (26). O mês registrou 3235 admissões com carteira assinada e 1998 desligamentos.
É o terceiro resultado mensal consecutivo de Novo Hamburgo, que está entre as cidades que mais geram emprego em toda a Região Sul do Brasil. Desde agosto, já são 2.757 novos postos de trabalho gerados.
Em agosto, segundo o Caged, Novo Hamburgo foi a campeã gaúcha e a 13ª colocada entre os 1.191 municípios dos três Estados do Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná); em setembro, foi a vice-campeã do RS e 10ª no Sul; e, em outubro, manteve o desempenho de ponta e ficou em terceiro no Estado e em 12º na Região Sul.
“E o mais importante é que estamos em um crescente contínuo”, destaca a prefeita Fátima Daudt (PSDB), lembrando que o resultado marca uma recuperação consistente no nível de emprego na cidade, que ainda tem um saldo negativo neste ano. A tendência, contudo, é que a reação permaneça e Novo Hamburgo termine 2020 no equilíbrio ou, até mesmo, com resultado positivo.
SÃO LEOPOLDO
Nos mesmos dados do Caged, São Leopoldo
é a única entre as dez maiores cidades do Rio Grande do Sul a
apresentar saldo positivo na geração de empregos formais no acumulado do
ano de 2020, entre os meses de janeiro a outubro. O saldo positivo de
São Leopoldo é de 658 empregos formais gerados.
A variação relativa do saldo de empregos de São Leopoldo no acumulado
do ano é de 1,24%.
“Tivemos um ano de 2020 com muitos desafios pela pandemia, mas ao mesmo
tempo que reforçamos as ações de saúde, também tomamos medidas para
manter a renda e o emprego da população, um dos setores que ajudam a
puxar esse crescimento é a indústria e a construção civil que não teve
interrupção durante a pandemia”, destacou o prefeito Ary Vanazzi (PT).
Tanto o Brasil quanto o Rio Grande do Sul apresentam
variações relativas negativas. No Brasil a variação é de -0,44%, com
uma perda de 171.139 empregos formais.
Já no Rio Grande do Sul de -1,91%, o
que representa uma perda de 48.092 empregos formais.
