Dedé Santana, eterno Trapalhão, volta a externar mágoa com Festival de Cinema de Gramado

“Eu tenho uma mágoa com o cinema brasileiro. Com os Trapalhões, levamos mais de 150 milhões de brasileiros às salas de cinema. Ajudamos a formar esse grande público. E, mesmo assim, nunca fui convidado para assistir ao Festival de Cinema de Gramado. Não falo nem em ganhar algum prêmio. Falo em ser convidado a prestigiar o festival”.

A manifestação é de Dedé Santana, humorista e eterno Trapalhão. Essa declaração foi feita durante o programa Viver do Riso, no canal Viva.

A homenagem aos Trapalhões foi conduzida pela atriz Ingrid Guimarães e teve entrevistas com o próprio Dedé Santana, Renato Aragão (Didi), Leandro Hassum, Fafy Siqueira, Marcius Melhem, Monica Martelli, Gregório Duvivier, Lúcio Mauro Filho, Marcos Veras, entre outros artistas e humoristas.

Essa não é a primeira vez que Dedé lamenta o esquecimento do Festival de Cinema de Gramado. Em 2014, ele concedeu entrevista ao site da Globo e trouxe a mesma mágoa: “Além de atuar, dirigi e fiz o roteiro de alguns filmes dos Trapalhões e nunca fui valorizado no cinema. Nunca me chamaram para um prêmio de reconhecimento no Festival de Gramado, nem sequer para assistir”, reclamou.”

Em 2008, outro Trapalhão, Renato Aragão (Didi), foi homenageado na abertura do 36º Festival de Gramado, no Palácio dos Festivais. Ele recebeu um Kikito de Ouro especial por sua carreira de 47 filmes, incluindo algumas das maiores bilheterias do cinema brasileiro.

É interessante: Dedé, que tanto promoveu o cinema brasileiro, sente falta de ser lembrado por aquele que é considerado o mais importante festival de cinema do país. É uma crítica e, ao mesmo tempo, um reconhecimento ao Festival de Gramado. Sempre é tempo de homenagear em vida…

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