Ciclista morre na ERS-239, em Sapiranga. Rodovia registra grande congestionamento

Na tarde desta sexta-feira (23), leitores do Portal Martin Behrend que circulam pela ERS-239 relatam um grande congestionamento na rodovia estadual, em Sapiranga.

“Estou parada há mais de 25 minutos perto do Calçados Beira Rio” e “Fomos desviar por dentro, e levamos uns 25 minutos para voltar para a rodovia” foram dois dos relatos recebidos pela reportagem. Eles estimam em mais de quatro quilômetros de bloqueio.

O motivo desse grande congestionamento envolve um acidente com vítima fatal. Próximo das 16 horas, um ciclista de 41 anos foi atingido por um veículo.

A colisão ocorreu junto do retorno ao bairro Amaral Ribeiro – onde já foram colocados controladores de velocidade.

Em razão do impacto, o ciclista não resistiu aos ferimentos.

O Comando Rodoviário da Brigada Militar atende a ocorrência. A situação segue complicada em razão do isolamento do trecho.

Existe como alternativa circular por dentro de Sapiranga e contornar o local do acidente, mas como muitos estão usando essa alternativa, o trânsito fica carregado.

QUEDA DE ACIDENTES

Nesta semana, foram divulgados os números do trânsito em 2023 no Estado.

O Rio Grande do Sul registrou queda no número de mortes no trânsito em 2023. Foram 1.572 vítimas fatais em acidentes de trânsito no ano passado contra 1.707 em 2022, o que representa uma redução de 8%. O número de vítimas fatais engloba as pessoas que morreram no momento do acidente bem como as mortes de feridos em até 30 dias após o ocorrido, conforme metodologia da Organização Mundial de Saúde. Os dados fazem parte do balanço de acidentalidade divulgado pelo DetranRS

A análise das características da mortalidade no trânsito demonstra um aumento das vítimas de idade mais avançada. Em 2023, a faixa etária de 65 a 74 anos concentrou a maioria das mortes no trânsito (132 ocorrências), lugar que tradicionalmente era ocupado pelos mais jovens, a partir dos 20 anos.

A tendência que não muda é a de que a quantidade de homens que morrem é quatro vezes superior à de mulheres. A proporção se mantém mais ou menos estável desde o início da série histórica do DetranRS com a utilização da mesma metodologia, em 2007.

Sair da versão mobile