O Partido Progressista (PP) é a nova casa da vereadora de Novo Hamburgo Patrícia Beck. Expulsa do PPS (atual Cidadania), ela estava sem partido.
A confirmação ocorreu na tarde desta quinta-feira (22), na sede estadual do partido, em Porto Alegre.
Lideranças da sigla deixaram claro: ela chega como pré-candidata à Prefeitura de Novo Hamburgo, em 2020. Eleita como aliada da prefeita Fátima Daudt (PSDB), Patrícia se tornou uma das maiores adversárias da gestão tucana ainda no primeiro ano, em 2017.
Com a chegada dela à sigla, o PP passa a contar com três vereadores na Câmara: Vladi Lourenço e Tita são do PP. O curioso é que Patrícia chega numa posição contrária aos novos colegas de partido, que estão mais alinhados com a gestão de Fátima Daudt. O MDB segue com a maior bancada, tendo quatro vereadores.
Estiveram na recepção à Patrícia Beck o deputado federal Jerônimo Goergen, os deputados estaduais Issur Koch, Silvana Covatti, Ernani Polo e Sérgio Turra, além do presidente do PP gaúcho, Celso Bernardi.
A expulsão de Patrícia Beck do PPS tem relação com sua infidelidade partidária. Nas eleições de 2018, ela fez campanha para Issur Koch, do PP. Ou seja, sua chegada à sigla não chega a ser uma supresa, e pode ser encarada como uma troca de apoios em razão de interesses e costuras políticas.
Antes dessa aproximação, Patrícia e Issur tiveram períodos de altos e baixos. Em 2017, na eleição para presidência da Câmara de Vereadores, o rompimento foi muito forte, com troca de farpas durante várias semanas. Contudo, o tempo passou e eles decidiram se reaproximar.
Do PP de Novo Hamburgo, estiverem presentes ao ato de filiação o presidente municipal da sigla, Ivan Carlos da Silva, o vice-presidente Antônio Weck, o secretário-geral Marcos Dresch, e o coordenador regional do PP no Vale do Sinos, Leonardo Hoff.

























