A sexta-feira (21) registrou a queda de vários candidatos envolvidos com as eleições de outubro deste ano.
No caso, os tombos foram dos wind banners de vários candidatos que simplesmente passaram a ocupar ruas e ficar espalhados no passeio público.
Em razão do vento, os materiais agiram como velas de barcos – inflaram e tombaram. Com isso, as imagens dos candidatos ficaram batendo no asfalto e arrastando nas calçadas.
Com menos de uma semana de campanha, as queixas dos eleitores vão aumentando pela invasão de wind banners, prejudicando a visibilidade dos motoristas e tirando espaços dos pedestres.
A situação que mais preocupa são os banners que caem e ficam atravessados nas ruas, fazendo com que os motoristas tenham de frear ou desviar dos materiais.
REPORTAGEM
Nesta semana, o Portal Martin Behrend publicou uma reportagem sobre o tema. A matéria foi motivada por leitores/eleitores incomodados com essa situação. Os pontos mais criticados/comentados foram:
- Acúmulo de banners em esquinas e cruzamentos. Prejudica a visibilidade dos motoristas e pedestres. Risco de acidentes aumenta.
- Suportes abandonados nas calçadas. Campanhas não estão retirando os suportes. Basta circular pelas ruas e serão dezenas de pedras soltas, prejudicando a mobilidade e também aumentando risco de algum tropeço ou desequilíbrio.
- Banners caindo com o vento, ficam atravessados em calçadas ou ruas. Há o temor das pessoas pegarem para arrumar, pois poderão achar que estão fazendo “algo errado”.
A matéria também traz um canal de denúncias em que o eleitor pode relatar situações que geram dúvidas. Relembre a reportagem: https://martinbehrend.com.br/politica/pedras-soltas-nas-calcadas-e-banners-dificultando-transito-reclamacoes-no-comeco-da-campanha-eleitoral .
