“Não há respostas simples ou únicas para a morte. Durante grande parte da vida, frequentamos instituições educacionais e nos preparamos para lidar com questões sociais e para o trabalho, mas nada nos prepara para esse momento.
Por isso, é essencial ampliar o escopo da educação para a morte, fundamentada na importância da discussão sobre o tema em uma sociedade na qual convivem a morte interdita, a morte reumanizada e a morte escancarada.”
O texto acima está na apresentação da obra “Educação para a morte: quebrando paradigmas”, de Maria Julia Kovács. O livro é um lançamento da Sinopsys Editora, de Novo Hamburgo
A obra reflete sobre a busca inerente ao ser humano de florescer e se desenvolver mesmo em meio a uma sociedade desumana e massificadora.
Apresenta uma base para a contextualização da educação para a morte, a fim de subsidiar trabalhos realizados em instituições de saúde, escolares, residenciais para idosos e tantas outras em que o tema se faz presente no cotidiano. Trata-se da busca de autoconhecimento e de sentido da vida a partir do que a morte nos ensina.
ENTREVISTA
Para ampliar os temas sobre o livro que está sendo lançado, o programa Sinopsys Entrevista receberá a autora para um bate-papo. Maria Julia Kovács é professora Livre Docente Sênior do Instituto de Psicologia da USP e membro fundadora do Laboratório de Estudos sobre a Morte.
O programa será transmitido, ao vivo, no dia 8 de dezembro (terça-feira), às 20 horas.
O programa poderá ser conferido nas redes sociais da Sinopsys Editora:
Youtube – https://www.youtube.com/channel/UC42Pe26uv1EnNPWXq…
Facebook – www.fb.com/SinopsysEditora
O livro “Educação para a morte: quebrando paradigmas” pode ser adquirido no link: https://www.sinopsyseditora.com.br/livros/educacao…
