Procon/NH divulga balanço de reclamações de 2016: telefonia celular e TV por assinatura lideram queixas

Para prestar contas à comunidade hamburguense, na semana
passada o então subprocurador do Programa Municipal de Proteção e Defesa do
Consumidor de Novo Hamburgo (Procon/NH), Italo Bronzatti, e a servidora Viviane
Senger apresentaram o balanço geral de 2016 na sede do órgão, localizada no
Centro. No quesito reclamações, os campeões foram os serviços essenciais, com
31% das demandas, seguidos por: serviços privados (25%), produtos (16%) e
assuntos financeiros (15%). Foram totalizadas 8.311 queixas recebidas na
Unidade do Centro e 367 no posto de atendimento na Feevale.


A grande maioria das reclamações é atribuída às empresas de
telefonia, concessionárias de TV a cabo, distribuidora de energia elétrica,
bancos, lojas de eletrodomésticos, supermercados e lojas de vestuário. Se
somarmos todos os serviços que envolvem telecomunicações, temos um total de 42%
das reclamações, sendo a maior vilã, a telefonia celular, com 1.504
reclamações. Em segundo lugar a TV por assinatura, com 1.095 reclamações,
seguida da telefonia fixa com 550 reclamações. Na categoria de assuntos
financeiros, o mais reclamado é o serviço de cartão de crédito, com 454,
seguido de bancos comerciais, 370, e financeiras, 128.


O perfil do consumidor que mais apresentou queixas é o
feminino, com 57%, contra 43% do público masculino, na faixa etária dos 51 a 60
anos, estes que totalizam 21% das reclamações. Logo em seguida há a faixa dos
61 a 70 anos (19%), 41 a 50 anos (18%), 31 a 40 anos (17%), 21 a 30 anos (12%),
mais de 70 anos (11%) e até 20 anos (2%).


O Procon/NH investe, desde 2014, na sua estrutura para gerar
cada vez mais e melhores atendimentos. Ao longo dos anos já foram aplicados
aproximadamente 200 mil reais, desses R$ 72.567,81 (em 2014) na compra de
mobiliário, computadores, instalação de novas divisórias e mão de obra do
serviço executado, possibilitando uma renovação e ampliação de todo o espaço;
R$ 7.817,21 (em 2015) na continuidade da reforma e participação em eventos; e
R$ 114.873,80 (em 2016) na Semana do Consumidor, Unidade Móvel, implementação
de material para fiscalização, aquisição de materiais, gincana sobre educação
financeira, Revista do Procon e participação em eventos. Outro destaque
apresentado no balanço do órgão é o saldo presente no final de 2016, que é de
R$ 327.095,62, contra o saldo do início de 2013, que era de R$ 32.497,57.

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