Premiado programa Catavida teve semana com pautas positivas e novidades para catadores

A semana foi de boas notícias para o premiado Programa Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos, o Catavida. Na segunda-feira, foi firmada parceria a Fenac. Com o acordo assinado, a cooperativa fará a gestão dos resíduos das 14 feiras da autarquia durante este ano, começando pela 39ª Fimec, que se encerra hoje. Já na quarta-feira, ocorreu a entrega de mais um carrinho motorizado utilizado na coleta de resíduos pelas ruas de Novo Hamburgo. O Catavida é mantido pela Prefeitura, por meio das Secretarias de Desenvolvimento Social (SDS) e Meio Ambiente (Semam).

Em relação à parceria do Catavida com a Fenac, a cada feira realizada nos tradicionais pavilhões de eventos são gerados em média dez toneladas de resíduos que podem ser destinados a reciclagem. “Somando o material de todas as feiras, é produzido durante um ano um número muito alto de resíduos, e com essa iniciativa vamos ajudar a dar um destino correto, além de oportunizar um novo espaço de coleta para o Catavida”, comenta o presidente da Fenac, Elivir Desiam.

Na reunião que oficializou a parceria do Programa Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos, o Catavida, com a Fenac, também estiveram presentes os representantes da Coolabore, cooperativa vinculada ao Catavida. No encontro, o presidente da Coolabore, Paulo Ricardo Bohn, ressaltou o que essa iniciativa significa para os catadores de Novo Hamburgo. “Sabemos que essa será mais uma oportunidade de trabalho, em que as pessoas irão se conscientizar e separar o material que pode ser reciclado. Isso ajudará na coleta realizada pelos catadores, pois os resíduos já estarão separados”, comenta.

Já em relação ao carrinho motorizado, a aquisição do 12º veículo da frota ocorreu graças a doação da ONG dos Funcionários da Caixa Econômica Federal. Os outros 11 carrinhos foram adquiridos por uma parceria entre o Catavida e o Banco do Brasil. De acordo com a educadora ambiental do Catavida, Regina Roese de Souza, esses veículos auxiliam no transporte e coleta de mais resíduos, diminuindo o trabalho braçal dos catadores. “Eles conseguem otimizar o seu trabalho, transportando mais em menos tempo”, aponta.

Esta notícia está veiculada na coluna Vale Tudo do Jornal Canudos na edição de 20/03/2015

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