Está lá no hino de Novo Hamburgo: “… Praças verdes e floridas…”
Pois é, o verde está representado em muitas praças, parques e canteiros do município. Já a parte do colorido das flores deixa bastante a desejar
. Para valorizar um dos cartões-postais do município, a iniciativa privada vai entrar em campo para assumir um papel que deveria ser de responsabilidade do poder público municipal.
A Tecnolar confirmou, nesta semana, a adoção da Rótula João XXIII. Atualmente, mais de 80 canteiros e praças foram adotados por empresas hamburguenses, numa prática incentivada pela Prefeitura.
Em julho, por exemplo, registrei no blog a adoção e remodelação da Praça da Bandeira pela Terramar: http://www.martinbehrend.com.br/home/noticia.php?id=800.
Conhecida como rótula do Pio XII ou rótula do Monumento ao Sapateiro, de Flávio Scholles, a área vai receber atenção especial. Nos próximos dias, a empresa pretende iniciar a remodelação do espaço, com a criação de canteiros e o plantio de centenas de flores.
Nesta semana, o diretor da Tecnolar, Gilberto Kasper, recebeu a visita do prefeito, Luís Lauermann (PT), e do secretário Especial de Gabinete, Gilmar Valadares, para apresentar as ações que a empresa está desenvolvendo pelas comemorações dos seus 25 anos de atividades e oficializar a adoção da rótula.
“Para nós é uma honra a manutenção deste espaço pela Tecnolar. É como devolver para a cidade e para nossa gente um pouquinho do carinho que têm para conosco. Agradecemos ao prefeito e sua equipe técnica, que ao conhecer o projeto prontamente aceitou a proposta. Esperamos até o fim do mês de setembro estar com a rótula concluída e florida, embelezando nossos dias”, destaca Kasper.
A adoção prevê a manutenção mensal pela Tecnolar, que já adota há quatro anos um canteiro na Avenida Vereador Adão Rodrigues de Oliveira. A Tencolar tem dois endereços – com perfis diferentes de atendimento: na Rua Joaquim Nabuco, em frente à Catedral São Luiz, e na Avenida Vereador Adão Rodrigues de Oliveira.
O Monumento ao Sapateiro, inaugurado em 1º de maio de 1979, é uma obra do artista plástico Flávio Scholles e uma homenagem aos trabalhadores das fábricas de calçados.
São seis relógios estilizados, cada um com oito horas, sendo esta a jornada diária de trabalho em uma linha de produção de calçados, erguidos por seis operários, cada um simbolizando um dia de trabalho da semana.
