A sessão desta quarta-feira da Câmara de Vereadores de Novo
Hamburgo atraiu representantes e usuários de várias entidades beneficentes e assistenciais do município. Estes hambirguenses foram marcar presença e acompanhar a decisão sobre o repasse de recursos e
subsídios para sequência de suas atividades. Após a Prefeitura de Novo Hamburgo
apresentar uma solução emergencial, satisfazendo os interesses dos grupos que
prestam assistência, todos puderam respirar mais aliviados. Pelo menos, por enquanto.
Só que teve uma outra situação que chamou a atenção de quem
estava no Legislativo: diversos cadeirantes tiveram de ter suas cadeiras de rodas carregadas por alguns degraus para se posicionar no Plenário. Embora
externamente exista rampas de acesso à Câmara, para chegar até o espaço da plateia são
alguns poucos degraus. E ali precisou ter mutirão pra ajudar os cadeirantes.
O fato é que a Câmara de Vereadores tem um elevador externo
exatamente para garantir a acessibilidade dos cadeirantes. Inclusive, com
poltronas especiais para que eles possam se acomodar corretamente sem precisar
de mobilização de voluntários para erguê-los com suas cadeiras. Então, se tem um
valioso equipamento instalado, o que houve?
A Câmara de Vereadores enviou o seguinte esclarecimento ao
Portal Martin Behrend:
“Em resposta ao seu
questionamento, informamos que o elevador externo que dá acesso ao plenário da
Câmara, adaptado para cadeirantes, após ser usado na sessão do dia 26 de junho,
apresentou algumas avarias, como fortes barulhos e um desalinhamento entre o
piso da plataforma e os andares térreo e o 2º (que dá acesso ao plenário). Para
prevenir qualquer tipo de acidente, o equipamento foi isolado e acionada, no
mesmo dia, a assistência técnica.
A empresa Elevadores Alcer Ltda, de Porto Alegre, a qual possui
contrato fixo de manutenção de três elevadores do prédio da Câmara, apresentou
um diagnóstico do problema, relatando que houve danos ocasionados por fadiga de
algumas peças, como roldanas, patins de deslize e dispositivo de abertura de
emergência. A empresa está levantando o custo das peças que precisam ser
substituídas e entregou um primeiro orçamento no dia 27 de junho. No dia 28,
entregou um segundo orçamento. O setor administrativo da Casa aguarda um
terceiro orçamento para escolher o de menor valor e poder autorizar a compra
das peças. A Alcer entregará esse último orçamento entre hoje e amanhã. A
empresa também explicou que, autorizada a compra, dará início aos serviços em
sete dias e o prazo de execução é de um dia útil.
Cabe
lembrar que o equipamento é pouco usado e a fadiga do material se dá pela falta
de lubrificação automática, que acontece durante a utilização. De acordo com a
empresa de manutenção, as peças tornam-se ressequidas, acabando por se deterior
mais rapidamente quando colocadas em uso. São
esses os esclarecimentos sobre o fato.”
























