O roteiro se repete: mato e capim tomam conta de ruas e calçadas de Novo Hamburgo

Em alguns pontos, a vegetação se aproxima de dois metros de altura

O problema é generalizado em praticamente todos os bairros de Novo Hamburgo

É um roteiro que se repete ano após ano.

Em Novo Hamburgo, as primeiras semanas de cada novo ano são marcados por um cenário de abandono e desolação.

Ruas e calçadas da cidade vão sendo tomadas por mato e capim. Em determinadas vias, é a  vegetação que cresce nas frestas do asfalto que avança para o passeio público. Em outros pontos, é do passeio público que toma conta de parte da rua.

A reportagem do Portal Martin Behrend circulou por cerca de dez bairros da cidade. O problema é generalizado. Nem mesmo locais com paradas de ônibus escapam. Por exemplo: em paradas das ruas 25 de Julho, no bairro Rio Branco, e Ibirubá, na Vila Nova, os passageiros precisam aguardar o coletivo no meio do mato.

Aliás, fica até difícil aguardar na parada, é preciso ficar um pouco distante em razão do mato alto e ocupando grande parte do passeio público.

 

 

Em praças e rótulas a situação está muito parecida, com o capim e o mato proliferando em diferentes pontos e afastando a comunidade destes locais.

RESPONSABILIDADES

As responsabilidades pela limpeza dos locais são:

– Meio-fio das ruas, praças, espaços públicos e parques, a responsabilidade pela roçada, capina e limpeza é da PREFEITURA.

– Calçada/Passeio público de áreas privadas e imóveis particulares, a responsabilidade é do PROPRIETÁRIO DO IMÓVEL. Por exemplo: as calçadas das residências e dos edifícios devem ser limpas pelo o dono do imóvel, através de corte de grama e capina da vegetação do local.

 

 

Uma observação: nas áreas públicas que foram adotadas, como rótulas e canteiros, a responsabilidade é de quem adotou os locais. Foi feito um compromisso para manutenção dos espaços.

PREFEITURA

A reportagem fez contato com a Prefeitura de Novo Hamburgo para saber que tipo de serviço vem sendo realizado e se há fiscalização sobre moradores que não zelam pelo passeio público.

Até o fechamento da reportagem não houve retorno com informações para a comunidade.

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