O Brasil gerou 184.140 postos de trabalho em março deste ano.
Esse resultado foi alcançado com 1.608.007 admissões e de 1.423.867 desligamentos de empregos com carteira assinada.
Os dados são do Ministério da Economia, que divulgou nesta quarta-feira (28) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.
NOVO HAMBURGO
No cenário do Rio Grande do Sul, Novo Hamburgo segue com um destaque gaúcho na criação de empregos com carteira assinada.
Conforme o Caged, a cidade é a terceira que mais criou postos de trabalho em toda a Região Metropolitana no mês de março, perdendo apenas para Porto Alegre e Cachoeirinha.
Foram 557 novos postos de trabalho criados na cidade.
Para a prefeita Fátima Daudt (PSDB), a economia hamburguense segue bem consolidada, apesar da forte crise provocada pelo coronavírus. “Estamos todos torcendo e fazendo o possível para superar este momento histórico da pandemia. Precisamos de vacina o mais rapidamente possível para imunizar o máximo de nossa população, bem além dos grupos prioritários. Todos estão ansiosos para voltar a trabalhar, reencontrar amigos e parentes e retomar suas vidas”, reforça Fátima.
Com os números de março, o município já criou 3.255 novos postos de trabalho com carteira assinada somente neste ano de 2021.
Desde agosto do ano passado, Novo Hamburgo vem registrando saldos expressivos na criação de emprego, série quebrada apenas em dezembro quando todo o Estado também apresentou saldo negativo.
BRASIL
Em relação ao Brasil, no acumulado de 2021, foi registrado saldo de 837.074 empregos, decorrente de 4.940.568 admissões e de 4.103.494 desligamentos até março.
O resultado foi comemorado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele acredita que, com a vacinação da população contra Covid-19, o país está retomando o crescimento econômico sustentável, com destaque para o setor de serviços.
“Ao contrário da primeira onda [da pandemia de covid-19] que nos atingiu no ano passado e destruiu 276 mil empregos em março, a nossa reação à segunda onda, agora, foi a criação de 184 mil novos empregos no setor formal. E o grande destaque é o setor que tinha sido mais golpeado durante toda a pandemia, o setor de serviços, com praticamente a metade, 95 mil empregos formais. O último setor da economia que estava no chão se levantou”, disse, durante coletiva virtual para divulgar os dados. Com informações da Agência Brasil da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

























