Insegurança é o principal motivo para fechamento de duas agências bancárias no Câmpus II da Feevale

A insegurança pública segue trazendo prejuízos e transtornos
para a comunidade. A queixa da vez envolve o fechamento de agências bancárias
dentro do câmpus II da Universidade Feevale.
Ex-alunos e moradores do bairro
Vila Nova procuraram o Portal Martin Behrend lamentando a nova realidade. “Essa
distribuição de agências era positiva. Evitávamos ir ao Centro, que já tem
trânsito complicado, grandes filas e estacionamento caro. Esses fechamentos só
vão piorar o atendimento e trazer ainda mais confusão”, lamenta um morador da
Rua Ibirubá.

A pedidos do Portal Martin Behrend, o pró-reitor de
Planejamento e Administração da Universidade Feevale, Alexandre Zeni, enviou o
seguinte esclarecimento:

“A Universidade Feevale tem uma grande preocupação com a
segurança nos câmpus e, consequentemente, dos acadêmicos e de toda a comunidade
que usufrui dos espaços da Instituição. As reincidentes ocorrências de assaltos
a bancos e pontos de cobranças em todo o Estado do Rio Grande do Sul têm nos
deixado bastante apreensivos, pois uma ocorrência no câmpus, com a quantidade
enorme de pessoas que circulam por ali, poderia trazer sérias consequências a
todos.

Assim, já era desejo antigo minimizar esses riscos,
diminuindo o número de agências e pontos de circulação de dinheiro dentro da
Instituição. De certa forma, isso já se dá com a saída de duas agências e do
ponto de recebimento da locadora. A decisão da saída do Câmpus II do posto do
Banrisul e do Banco do Brasil, no entanto, não foi uma decisão exclusiva da
Universidade Feevale. Considerando que essas agências prestavam serviços muito
específicos, a Universidade exigiu o atendimento de forma mais ampla, ou seja,
estendendo à comunidade em geral, o que nenhuma das duas se propôs a fazê-lo.
Além disso, os contratos estavam vencendo e teriam que ser renovados, mas
nenhum dos bancos manifestou interesse em continuar.

A Instituição optou por não insistir na permanência das
agências, pois foram avaliadas as consequências. Ainda haverá outras mudanças,
entre elas, a transferência das operações do Bradesco para o segundo andar do
Centro de Convivência e a ampliação dos caixas eletrônicos do Sicredi. Também
será negociado para que o Banco do Brasil tenha um caixa no câmpus e
providenciado um caixa eletrônico 24 horas. Com exceção deste, todos serão
colocados no andar superior e serão monitorados por câmeras e, possivelmente,
por vigilantes armados.”

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