Indústria de injetoras em Novo Hamburgo completa 50 anos de uma história de sucesso

Uma das mais tradicionais indústrias de máquinas de Novo Hamburgo está completando 50 anos.

A Himaco Hidráulicos e Máquinas, com sede na avenida Nações Unidas, no bairro Ideal, alcança meio século de história. Nessa caminhada, teve duas sedes anteriores: na avenida 1º de Março e na avenida Pedro Adams Filho. Os pavilhões no atual endereço foram inaugurados em 1976.

Os fundadores da empresa são o casal Enoré Antônio Bondan e Angelina Bondan – falecidos num acidente de helicóptero em fevereiro de 2006. A data oficial de constituição da Himaco é 2 de janeiro de 1969.

Na construção dessa grande empresa, Enoré também contou com o grande apoio dos irmãos, Júlio e Flávio Bondan, e de Valdi Smaniotto, que começou a trabalhar na década de 1970 e logo depois viria a ser um dos sócios da empresa. Além disso, foram centenas de colaboradores, parceiros, fornecedores e clientes que se envolveram nesta caminhada de sucesso.

O brilho da Himaco está diretamente ligado à visão empreendedora de Enoré Bondan. Até o começo da década de 1970, a madeira era a matéria-prima predominante em saltos dos calçados e outros detalhes de sapatos. Só que o plástico começou a ganhar espaço. E, na década de 1960, Enoré já tinha vislumbrado essa possibilidade e começou a desenvolver injetoras para esta matéria-prima.

Apesar de percalços e negativas iniciais, logo as injetoras da Himaco passaram a abastecer dezenas de indústrias calçadistas, ajudando a revolucionar o mercado. Ainda na década de 1970, a Himaco se tornou uma das principais fabricantes de injetoras do país, posição que mantém até hoje.

Ao longo desta caminhada, além do setor calçadista, as injetoras da Himaco passaram a atender diferentes setores produtivos, como automobilístico, utilidades domésticas, eletrodomésticos, moveleiro, brinquedos, entre outros.

Em fevereiro deste ano, um livro será lançado contando a trajetória de 50 anos da Himaco, que até hoje segue produzindo injetoras de excelência, tendo familiares de Enoré e Angelina na direção da empresa. A coordenação editorial do livro é do jornalista Martin Behrend.

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