Hamburguense Dora Lampert prepara lançamento de livro com poesias

“A minha poesia procura ouvidos. As coisas que eu escrevi eram para ser ouvidas”.

A frase acima é da hamburguense Dora Lampert. Aos 62 anos, ela prepara o lançamento do seu primeiro livro: “Ruído Silêncio”. Será sua estreia na poesia. A obra será lançada pela OIA editora, de São Paulo.

O livro conta com 136 páginas e tem introdução, prefácio e orelha das poetas
Claudia Schroeder, Suzana Pagot e Jovina
Benigno.

O lançamento nacional será dia no dia 3 de junho (sexta-feira), às 19 horas.

Os interessados em prestigiar este momento poderão acompanhar via YouTube da OIA editora- https://www.youtube.com/channel/UCacGAdMWyIx42Sqkr… – ou no Facebook da OIA editora – https://www.facebook.com/OIAeditora .

O livro virá em formato físico e digital. Na loja da OIA (oiaeditora.com), Amazon, Marketplaces e livrarias de São Paulo e Rio Grande do Sul. Eles poderão ser adquiridos após o dia 3 de junho. Para quem adquirir, poderá combinar pelas redes sociais da poeta um momento para autógrafo. No Instagram, @doralampert, no Facebook https://www.facebook.com/dora.lampert.7 ou no WhatsApp (51) 99989.1172.

Após este lançamento nacional, Dora deverá estabelecer um roteiro de saraus de autógrafos em Novo Hamburgo, Canoas, Dois Irmãos,
Morro Reuter e Porto Alegre, com locais e datas a serem definidas.

Dora Lampert tem uma ligação forte com a área cultural e da comunicação. Atriz (teatro amador), cantora, publicitária e pintora são algumas das facetas na sua caminhada. Agora, chegou a vez de avançar algumas casas no tabuleiro da vida com este novo projeto.

Em relação à obra, a poeta destaca a harmonização existente em todos os detalhes. “O livro está muito bom. Ele vem cercado das palavras da Jovina, da Suzana e da Claudia, que são maravilhosas. O livro está todo muito bem elaborado, estruturado. Estou muito orgulhosa e satisfeita com o resultado. É um livro para colocar na cabeceira da cama e degustar aos poucos”, avalia Dora.

A ideia de tirar do papel seus escritos e transformar num livro sempre ficou no segundo plano em razão do conhecimento dos custos gráficos para se publicar. Então, o que houve? Ela revela que foi praticamente intimada. “Um querido amigo, que é um grande escritor, Robertson Frizero, colocou numa relação de Facebook quais eram seus autores prediletos. Eu fui lendo, lendo, e lá pelas tantas estava: ´Dora Lampert, de um livro não publicado´. Falei com ele: como tu me coloca numa lista com esses nomes, de Tolstoi pra cima?! Então, ele disse que eu precisava publicar e tirar os textos da gaveta, que eu escrevia super bem”, relata.

Depois disso, o namorado, Roberto Graña, começou a cobrar de Dora a organização do conteúdo. E não podia ter menos de 100 páginas! Aos poucos, o livro foi virando realidade.

Confira três avaliações de poetas sobre o trabalho inaugural da hamburguense.

Jovina Beningo (poeta) | “Há um desprendimento no mostrar-se, frágil ou forte, centrada ou não;
para a Poeta é importante conhecer-se, renovar-se, montada num corcel,
ou alvo da retina de um touro que lhe quer abater. Ela não cai.”

Suzana Pagot (poeta e doutora em Literatura) | “A poesia de Dora Lampert cria uma teia
de sentidos. A poeta não apenas potencializa o sentido das ideias que coloca em
oposição, como também confere, pelo caráter da dualidade, a força expressiva de
sua poesia, alinhavando o fi o condutor de sua obra.”

Claudia Schroeder (poeta) | “Garimpeira das palavras, em uma visível busca pela sonoridade que as fazem preciosas, Dora Lampert escreve com a tristeza humana que existe em todas nós… Os
silêncios aqui são cheios de ruídos do mundo.”

Na imagem abaixo está a capa do livro de Dora Lampert.

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