Ginástica será palco de evento beneficente para ajudar professor de parkour que sofreu grave lesão

A mobilização segue grande envolvendo familiares, amigos e
admiradores do trabalho realizado pelo professor de parkour Eduardo Fernandes
Souza, o Dudu, 21 anos.
Após sofrer uma grave fratura no dia 10 de janeiro enquanto
treinava em Gramado, ele segue buscando a recuperação da lesão na medula. Dudu
continua internado na UTI do Hospital Pompéia, em Caxias do Sul.

Enquanto isso, duas grandes mobilizações foram criadas para
reunir recursos a fim de garantir o tratamento adequado ao jovem talento. A mais
recente ação idealizada será realizada na Sociedade Ginástica Novo Hamburgo, no
dia 12 de fevereiro (domingo). É o evento “O Show Não Pode Parar” #EuApoioDudu.
Estão previstas oficinas circenses, ginástica artística, dança, parkour, food
trucks, música ao vivo (Rodrigo Guterres), entre outras atrações. O valor do
ingresso solidário é R$ 20,00 e o recurso da promoção será repassado para a
família de Dudu assegurar o tratamento e a recuperação.
As atividades ocorrerão
das 15 às 21 horas.

Além do evento na Sociedade Ginástica, segue ocorrendo na
internet outra mobilização para arrecadar recursos. O objetivo é reunir R$ 30
mil até 14 de abril e, em três semanas, já foram repassados mais de R$ 9 mil. No
site a seguir é possível realizar o repasse de valores para auxiliar na
recuperação do atleta:
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/apoio-ao-dudu .



DUDU E O PARKOUR

Dudu é um jovem vibrante, com apresentações no Brasil e até
na Europa. No ano passado, participou da Abertura das Olimpíadas Rio 2016, como
atleta de parkour. Estuda Educação Física na faculdade Sogipa em Porto Alegre,
além de ser atleta de ginástica artística no clube. Em 2015 atuou como educador
em um projeto social de circo para crianças e adolescentes em situação de
vulnerabilidade social. Também atuou como professor na Socidade Ginástica Novo
Hamburgo.


O QUE É
O PARKOUR OU PK?

Segundo o site Wikipédia, Parkour (por vezes abreviado como
PK) é um neologismo ortograficamente degenerado, proveniente da palavra
francesa “parcours” ou “le art du déplacement” (percurso ou
arte do deslocamento): mover-se de um ponto para o outro com rapidez e
eficácia, com uma distância mínima de um metro do lugar onde obteve o salto, usando
todas as capacidades motrizes do corpo humano. Conhecida também como arte
marcial que tem como objetivo o deslocamento do corpo como forma de estratégia.
Trata-se de uma prática desportiva destinada a superar obstáculos que surgem
nas derivas do seu praticante, em zonas urbanas ou rurais: troncos, rochas,
grades, paredes, etc.. Devido à sua origem, o homem que pratica parkour é
designado como traceur e mulher como traceuse.

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