Galhos secos em frente à escola: moradores da Vila Nova relatam preocupação

“Está assim desde o Natal. A RGE podou as árvores. É só pegar fogo, que o estrago será grande”.

A manifestação acima é de um morador da Rua Ibirubá, no bairro Vila Nova, em Novo Hamburgo.

A situação envolve uma quantidade de galhos secos acumulados em frente à Escola Municipal de Educação Infantil Vovô Werno.

O temor é que qualquer faísca ou bituca de cigarro possa provocar chamas nas podas. Naturalmente, os vizinhos se preocupam com os riscos de serem atingidos.

RGE

Nesta segunda-feira (6), a reportagem do Portal Martin Behrend fez contato com a assessoria de imprensa da RGE. Nesta quarta-feira (8), foi enviado o seguinte esclarecimento:

“A RGE informa que os serviços de podas e recolhas são de
responsabilidades dos municípios, e que só executa intervenções emergenciais,
visando a segurança e o fornecimento de energia elétrica. O material enviado em
imagem está programado para ser recolhido nesta quarta-feira, dia 08.”

RUA JOAQUIM PEDRO SOARES

No Centro de Novo Hamburgo, tem um passeio público que está tomado por galhos secos. Também foram realizadas podas no local.

É a calçada da Rua Joaquim Pedro Soares, ao lado do estacionamento no banco Itaú. As podas ocupam cerca de 20 metros da calçada.

Confira abaixo um registro realizado nesta terça-feira (7):

PREFEITURA

A Prefeitura de Novo Hamburgo também foi consultada sobre a questão das podas. Foi enviado o seguinte esclarecimento:

“A Secretaria Municipal do Meio Ambiente esclarece que o recolhimento das podas realizadas pela RGE é de responsabilidade da concessionária.

Quando o Executivo recebe uma denúncia de descarte irregular, especialmente em locais como calçadas, uma equipe de fiscalização é enviada para verificar se o serviço foi realmente executado pela empresa de energia elétrica.

Caso seja confirmado, o Município notifica a RGE e concede um prazo de sete dias para o recolhimento dos resíduos.

Se o prazo não for cumprido, é aplicada uma multa no valor mínimo de R$ 5 mil. Ainda assim, a concessionária permanece obrigada a realizar o recolhimento do material.”

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