Funcionário do Case em Novo Hamburgo é assassinado ao deixar local de trabalho

Exatamente uma semana depois de homicídio no bairro São Jorge, tirando a vida de mecânico na rua Pedro Américo, mais um trabalhador é assassinado em Novo Hamburgo

No começo da noite deste sábado, Hadylson Padilha, 52 anos, foi assassinado ao deixar o seu local de trabalho, o Centro de Atendimento Socio-Educativo (Case) de Novo Hamburgo, no bairro Canudos, vinculado à Fundação de Atendimento Socio-Educativo do Rio Grande do Sul (Fase-RS).

Padilha deixava o prédio da Casa junto com outro colega de trabalho, por volta de 19 horas, quando tiros foram disparados por homens em um Voyage branco. Padilha foi atingido e, embora tenha tentado escapar, não resistiu.

O Voyage foi abandonado na rua Odon Cavalcante, e os autores dos disparos teriam fugido em outro veículo. Segundo moradores da região, teria sido num Logan branco. O outro servidor escapou sem ferimentos. A investigação está a cargo da Delegação de Homicídios e Proteção à Pessoa de Novo Hamburgo.

A Fase-RS divulgo nota oficial na noite deste sábado:

“Com profundo pesar, o presidente da Fase, Robson Luiz Zinn, confirma a morte do agente socioeducador Hadylson Padilha, no início da noite deste sábado. Indivíduos passaram em um carro, em frente ao Case Novo Hamburgo, onde o servidor trabalhava, e deram quatro tiros em direção ao portão principal. Na sequência, saíram em perseguição ao veículo do agente, que acabou morto algumas quadras depois. O servidor tinha 52 anos e trabalhava na Fundação desde 2001.”


A Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase) inaugurou, em dezembro de 2017, um prédio anexo com 30 novas vagas no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Novo Hamburgo. A obra contou com investimento de R$ 1,4 milhão com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O local busca recuperar e ressocializar jovens infratores.

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