“É pau, é pedra, é o fim do caminho. É um resto de toco, é um pouco sozinho. É um caco de vidro, é a vida, é o Sol. É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol.”
A letra acima é do clássico Águas de Março, composto por Tom Jobim e eternizado por Elis Regina.
Mas, em Novo Hamburgo, essa canção poderia ter tido inspiração no que ocorre na Rua Silveira Martins, no Centro.
Perto do cruzamento da Avenida Nicolau Becker e quase em frente ao portão principal do Colégio Estadual Wolfram Metzler, existe um tremendo afundamento na via.
No ano passado, este trecho passou por obras. Foram semanas de uma grande buraqueira, britas e pó. Depois, fecharam daquele jeito meia boca. E, como se vê, o trabalho não durou muito. É um baita degrau que tem no trecho.
Inicialmente, foi colocado um cone para sinalizar o local em razão do risco de acidentes ou de danificar os veículos. Só que, nesta semana, a “sinalização” foi reforçada.
Tem pedras, madeiras, plástico, papelão, entre outros objetos que foram posicionados em diferentes trechos para alertar quem circula por ali. Não é exagero: o afundamento chama a atenção e, como o local não recebe reparos, essa sinalização enjambrada faz a diferença.
Seria bom a Prefeitura de Novo Hamburgo ir até o local e verificar o que precisa ser realizado no trecho – de forma urgente!
Até porque, na Silveira Martins, É pau é pedra… É o fim do caminho… É o vento ventando, é o fim da ladeira!”

























