Cercamento do Parcão: mais dúvidas do que certezas

O futuro do pulmão verde de Novo Hamburgo tem mais dúvidas do que certezas. O aproveitamento do Parque Henrique Luiz Roessler (Parcão)

é uma colcha de incertezas. Entre as interrogações está o cercamento da área de 51,3 hectares.

Em setembro de 2012 divulguei na coluna Vale Tudo – então no Jornal NH, e hoje veiculada no Jornal Canudos –, que o estilo da estrutura já havia sido definida e a implantação ocorreria em duas etapas. Seria um modelo semelhante ao da empresa Eurocerk com o cercamento sendo adquirido em kits pré-fabricados. Contudo, em abril do ano passado o processo para cercar o Parcão foi freado para novos estudos: a tela vai trazer mais benefícios ou prejuízos para os usuários do espaço?

Procurei a assessoria de imprensa da Prefeitura de Novo Hamburgo há duas semanas, mas não obtive retorno sobre o andamento deste processo. É

provável que esteja indefinido.

Vale sublinhar que em dezembro de 2010 a Câmara de Vereadores aprovou o Plano de Manejo do Parque Henrique Luiz Roessler (Parcão). Nestes quase quatro anos praticamente nada foi feito no local.

A Prefeitura incluiu a revitalização do Parcão no Plano Municipal de Desenvolvimento Integrado (PMDI) e chegou a anunciar recursos para a execução dos projetos: R$ 3 milhões oriundos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da Compensação Ambiental das obras de extensão do trem ao Município.

O futuro do Parcão permanece cercado de incertezas. E, com isso, o espaço é pouco aproveitado e alvo frequente de vândalos e ocorrências policiais. Uma lástima.

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