Por: DOC – Agência de Conteúdo
Foram
retomadas na última semana as obras do Centro Municipal de Cultura de Novo
Hamburgo. O projeto foi iniciado em dezembro do ano passado, com previsão de
entrega de três meses. Após uma interrupção no andamento do projeto, a parte
administrativa do prédio está em fase de conclusão. Já a parte do Teatro
Paschoal Carlos Magno começou a ter o telhado removido para troca. A previsão é
de que ele possa voltar a ser utilizado a partir do dia 18 de agosto.
O
projeto de reforma da estrutura administrativa e do teatro vem ainda da
administração anterior. Desde dezembro, diversas atividades culturais que
normalmente eram realizadas no local tiveram de encontrar outro destino. A obra
foi iniciada pela parte administrativa. Com a agenda do teatro lotada, a
administração de Luís Lauermann (PT) optou por dar início em janeiro na obra
que inclui o Teatro Municipal.
Com
a troca de governo os empenhos foram cancelados. De acordo com a administração
de Fatima Daudt (PSDB) não houve previsão orçamentária para o pagamento. O
pagamentos só seriam retomados em março, quando o projeto deveria estar pronto.
“O pagamento à empresa foi efetuado em abril. Houve adequação do projeto, o que
também alterou o prazo. Após isso, a empresa atrasou uma etapa da obra e, por
isso, foi notificada pela Secretaria de Obras. Após este período foi instalada
a estrutura necessária para trabalho em altura, e a remoção do telhado
recomeçou no dia 22 de junho”, afirma a prefeitura em nota.
O
custo total da obra é de R$ 132.647,07. Todo o prédio do Centro de Cultura, que
abrange o Teatro Municipal, Escola de Artes e a Secretaria de Cultura, está
recebendo adaptação ao Plano de Prevenção e Combate a Incêndios (PPCI). Isso
inclui instalação de sinalização luminosa, portas corta-fogo, sinalização de
emergência, extintores de incêndio, corrimãos nas escadas, sistema de proteção
contra descargas atmosféricas, fitas antiderrapantes nas escadas, troca dos
forros por material não-inflamável, bem como a demolição do telhado do teatro e
a construção de uma nova laje de concreto, que possa segurar as chamas por até
quatro horas.

























