No final de julho de 2013, a comunidade de Novo Hamburgo recebeu com alegria a nova pavimentação na Rua Marcílio Dias – da Rua Bento Gonçalves até a Rua 25 de Julho. Um dos eixos centrais de maior movimentação de veículos estava precisando de atenção e reparos. À época, o investimento de recursos públicos foi de R$ 407.598,55.
Nem dois anos de sossego. Os buracos, ondulações e rachaduras estão de volta. A situação se verifica há algumas semanas e o quadro tende a piorar gradativamente. Quase meio milhão de reais, asfalto novo, e não dura dois anos? Essa fórmula não pode estar certa.
Quem ficou faceiro com a situação foi o dinossauro Haroldo Jones. Ele, que busca desesperadamente encontrar mais parentes no festival de buracos abertos no município, passou pela Marcílio e não teve dúvidas: mergulhou numa piscina – sim , já tem isso! – para se refrescar neste verão fora de época. O que chamou a atenção do Haroldo é que a “banheira” estava numa parte mais lateral, onde não tem quase circulação de veículos. Mistério!
Entrei em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Novo Hamburgo. Enviei e-mail para seis integrantes da equipe, incluindo jornalistas e estagiários, colocando o blog à disposição para esclarecimentos. A seguir, as explicações do secretário de Obras Públicas e Serviços Urbanos (Semopsu), Saulo de Souza – o secretário importado de Nova Hartz para cuidar das obras em Novo Hamburgo – para a comunidade hamburguense:
Nem dois anos? Quase meio milhão de reais? A Prefeitura está pagando por um asfalto barato? Ou será que falta qualidade dos servidores na aplicação do asfalto? Acho que o Haroldo Jones vai dar uma circulada por Nova Hartz para ver se pega o secretário por lá para entender o que pode estar acontecendo com o asfalto em Novo Hamburgo.
