Após ser vítima de enxurrada e invasão de lama, escola no Kephas sofre com esgoto a céu aberto

Inaugurada em 11 de outubro de 2013 pela ex-presidente Dilma
Rousseff (PT), a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Beija-Flor foi erguida para solucionar o problema de falta de vagas para crianças do Kephas, São José
e Vila Diehl.
Cerca de 200 vagas foram oferecidas. Localizada na Rua da
Conquista, já na inauguração a escola apresentava problemas: ainda não estava
concluída e parte da eletricidade do local e o acesso à internet foi
improvisado.


No começo de 2014, outro problema: a escola sofreu com
enxurradas e invasão da lama, inclusive em salas de aula.
O projeto original da
escola de cerca de R$ 2 milhões, construída com verba do programa federal Proinfância,
não previa a construção de um muro de contenção nem uma rede pluvial de
drenagem mais resistente. Logo, água e barro tomaram conta do espaço.

Agora, no final de 2016, tem outro problema: é o esgoto a
céu aberto que corre do jardim da escola, passa pelo acesso dos veículos e
segue correndo até a Rua dos Garis.
A reportagem do Portal Martin Behrend foi
procurada por pais de alunos preocupados com a situação. Embora o esgoto esteja
correndo para o lado de fora, mau cheiro e risco de alguma contaminação
assustam moradores do local. O esgoto começou a transbordar há cerca de 15
dias.

Segundo apurado pela reportagem, tanto a Secretaria
Municipal de Educação (Smed) como a Diretoria de Esgotos Pluviais (DEP) já
estão cientes da situação.
O levantamento inicial indica que seria um problema
na caixa coletora e o conserto seria responsabilidade da empresa que construiu
a EMEI – está dentro do período assegurado pela empresa. Contudo, por ser
período de férias, não se sabe se a solução virá rapidamente. As aulas serão
retomadas em fevereiro. Até lá a comunidade escolar espera ver essa situação
normalizada.

A reportagem do Portal Martin Behrend entrou em contato com
a assessoria de imprensa da Prefeitura de Novo Hamburgo.
Na semana passada
foram enviados e-mails para cinco integrantes da equipe de comunicação. Até o
fechamento da reportagem o governo Lauermann não se manifestou.

Sair da versão mobile