A transformação de terreno em Canudos: do lixo dos porcalhões para uma área limpa e com mudas de árvores

No dia 24 de setembro deste ano, o Portal Martin Behrend atendeu uma sugestão de pauta de leitora, Katiele da Silva, e abriu a seguinte manchete: “Lixão abastecido por moradores porcalhões vai chegando no meio da rua no bairro Canudos” – a matéria está no link http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i… .

No texto, a Prefeitura de Novo Hamburgo informava que o terreno na rua Maria Olinda Telles, no bairro Canudos, seria limpo nos próximos dias.

Para surpresa de moradores, além de limpar o local, foram colocadas britas, pneus decorativos e ocorreu o plantio de mudas de árvores. O que estava tomado pelo lixo gerado por porcalhões da comunidade – inclusive, chegaram a colocar fogo -, se transformou num terreno limpo e que serve de exemplo para a população.

Há relatos envolvendo carroceiros que circulam por ali e fizeram do local ponto de desova de diversos materiais.

Além disso, foram colocadas placas informando ser proibida a colocação de lixo no local. Quem presenciar algum descarte irregular, pode ligar para os seguintes telefones: Guarda Municipal – 153; Fiscalização Ambiental – 3097.1990; e Plantão da Fiscalização Ambiental – 996.457.266.

Deixando bem claro: quem deposita lixo naquele local comete crime ambiental.

Este exemplo da rua Maria Olinda Telles é muito positivo e pode servir de referência. A recuperação com mudas de árvores, britas e limpeza é uma resposta civilizada do Poder Executivo de como se deve cuidar da cidade.

A notícia ruim é que existem outros pontos nas cidades que os moradores – porcalhões irresponsáveis – tratam como depósito irregular. Na própria Maria Olinda Telles tem outros pontos com lixo acumulado. Isso se repete às margens da ERS-239, na estrada da Integração Leopoldo Petry, na Avenida dos Municípios, no bairro Boa Saúde, entre outros pontos.

É preciso educar e fiscalizar com punição. Os telefones estão nesta reportagem. Viu porcalhão sujando a cidade, cometendo crime ambiental? Ligue e denuncie!

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