A próxima quarta-feira, 15 de maio, deverá ser de protestos em dezenas de cidades brasileiras. E milhares de alunos deverão ficar sem aula.
Está programada para este dia de trabalho a greve nacional da educação. Os professores estão na linha de frente da mobilização.
A greve, convocada por entidades como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), tem relação com cortes anunciados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e também contra uma suposta “perseguição ideológica” que estaria sendo promovida pelo Ministério da Educação contra disciplinas das ciências humanas.
No Rio Grande do Sul, as entidades ligadas à educação pretendem acumular forças para construir a greve geral do dia 14 de junho em defesa da aposentadoria. Em recente encontro, estiveram presentes representantes do Cpers, Sinpro/RS, Andes, UNE, Adufrgs, Assufrgs, APG Ufrgs e Sinasefe IFSul, que debateram ações conjuntas para dialogar com a sociedade e realizar atos unificados na capital e no interior.
MAIS UM DIA SEM TRABALHO DOS PROFESSORES EM NOVO HAMBURGO
O Sindicato dos Professores Municipais de Novo Hamburgo (SindProfNH) também vai aderir à paralisação. Será o terceiro dia em que os professores não vão trabalhar, somente nos três primeiros meses desse ano. As duas paralisações anteriores foram em março para protestar contra as mudanças na Reforma da Previdência.
Segundo consta no perfil do Facebook do SindProfNH, “os professores da Rede Municipal de Ensino do Município de Novo Hamburgo não ficarão calados e lutarão contra o desmonte da educação, por meio do corte de verbas, que atinge a todos! Chamamos toda a categoria para paralisar suas atividades durante todo o dia para defender a educação em todas as suas esferas! Iremos nos concentrar a partir das 9h na Praça Punta Del Este, onde às 11h teremos um ato conjunto com outras categorias da educação das demais esferas.“
Então, pais e responsáveis, fiquem atentos: no dia 15 de maio, seus filhos poderão ficar sem aula.

























