A maior catástrofe ambiental da história do Rio Grande do Sul ganhou repercussão internacional.
Seja pela dimensão dos estragos, por cidades destruídas ou pelo número de mortos e desaparecidos – mais de 250 pessoas -,a situação do Estado vem atraindo a atenção em todo o planeta.
Na cidade de Haiphong, no Vietnã, uma mobilização foi coordenada por brasileiras a fim de levantar recursos.
O grupo que liderou a ação é formado por Amanda Silva (Novo Hamburgo), Greyce Christiane Matte (Capão da Canoa), Gisele Souza (Esteio), Bruna de Souza (Parobé) e Adriana Custódio (São José dos Campos/SP).
Nesta quarta-feira (15), elas fizeram uma ação para a venda de bolos e salgados para alunos da escola QSI International School of Haiphong. “A comunidade escolar se uniu para nos ajudar. São muitos estrangeiros de todos os lugares do mundo: Bélgica, Panamá, Coréia do Sul, Japão, Rússia e Estados Unidos”, conta Greyce. “Todos nos ajudaram a divulgar e estamos fazendo rifas com camisetas de um jogador brasileiro que joga no time da nossa cidade. Todos ficam perguntando como podem ajudar e doando algumas coisas para vendermos”, acrescenta.
FAMILIARES
Acompanhando as notícias pela imprensa e através do envio de notícias, os gaúchos e brasileiros de Haiphong ficam apreensivos sobre a dimensão dos estragos nas cidades da região em que residem amigos e familiares. Novo Hamburgo, Canoas, Igrejinha e Canela são alguns dos municípios em que se encontram conhecidos e familiares das moradoras do Vietnã.
Os recursos levantados com a venda de bolos e salgados na escola, além da rifa das camisetas, será enviado, via banco, para cerca de 15 famílias atingidas no Estado. “Vamos fazer mais ações aqui no Vientã para ajudar as famílias por um tempo”, projeta Greyce.
