Novo Hamburgo comemora 91 anos em 5 de abril – nesta quinta-feira. E, entre tantos presentes, a cidade receberá um novo endereço cultural.
Studio Elledue é um espaço independente dedicado à arte
contemporânea com gestão de dois hamburguenses: o artista
visual Leonardo Lessa e a conceituada Ana Hauschild. O espaço está localizado no bairro de Hamburgo
Velho, em Novo Hamburgo. Surge com intenção de ser uma plataforma de
diálogo entre as variadas vertentes da arte contemporânea em suas múltiplas
faces. No local, vão circular trabalhos, exposições e apresentações de artes visuais, desenho, pintura, música e filmes.
Assim, conjuga espaço expositivo, espaço de experimentação com a oferta
de formação voltada as artes visuais para variados públicos. Trata-se de um
espaço de fomento a arte contemporânea no seio da cidade de Novo Hamburgo que
pretende conexões múltiplas por todo estado do Rio Grande do Sul.
NO FIO DA NAVALHA
O Studio Elledue abre suas portas, no dia 5 de abril, com a exposição inaugural No Fio da Navalha, com organização de
Felipe Caldas. Apresentará três artistas, todos oriundos do programa de
Especialização em Artes Visuais da Universidade Feevale: Régis Bondan, Rogério Severo e Magna
Sperb.
Um grupo que mescla trajetórias diversas, assim como diferentes níveis de
reconhecimento. A exposição está centrada na multiplicidade do pensamento
plástico/visual contemporâneo, ao agregar produções distintas, e consequentemente
entendimentos múltiplos.
O Studio Elledue fica na rua Menna Barreto, 11, em Hamburgo Velho. O site é www.elledue.com.br. Se em 2017 o município lamentou o fechamento da Modernidade (com quase três décadas de trajetória), o ano de 2018 sorri com a abertura de uma nova microgaleria.
EVENTO AULA ABERTA
Título: Profissão
Artista?
Dia 21 de abril
A partir das 10 horas
Ministrante: Felipe Caldas
Entrada
gratuita
Esta aula
versará sobre as relações de trabalho entre os variados agentes da arte no
mundo contemporâneo, especificamente os artistas. Em um movimento entre o local e o global em
perspectiva histórica, da negação da atividade artística como trabalho, à acepção
de um artista empreendedor.
