Judoca hamburguense precisa de doações para disputar o Pan-Americano em Cuba

O judô é o esporte que mais trouxe medalhas para o Brasil em todas as edições dos Jogos Olímpicos.

O país é considerado uma potência da modalidade, com vários judocas já tendo conquistado o título mundial em diferentes categorias.

Um dos segredos dessa vitoriosa caminhada é que, desde as categorias de base, o Brasil revela talentos nos tatames.

É o caso da hamburguense Gabrielli Ferenz Casola (foto). Integrante da equipe de base da Sogipa, de Porto Alegre, ela vem se destacando em disputas estaduais, nacionais e internacionais. No ano passado, por exemplo, ela foi medalha de prata no Campeonato Pan-Americano realizado em Lima, no Peru.

CUBA

Em setembro deste ano, Gabi – como é carinhosamente chamada – venceu o Campeonato Brasileiro de Judô sub-13 e sub-15, disputado em Curitiba (PR). Com isso, ela se classificou para disputar o Campeonato Pan-Americano de 2024, que será disputado de 28 a 30 de novembro, em Varadero, Cuba.

Contudo, além da superação nas lutas dos tatames, a hamburguense está com uma luta para viabilizar sua presença na competição internacional. Para fazer frente aos custos da viagem, a família da atleta está convocando a comunidade a se mobilizar.

O objetivo é conseguir 400 pessoas que doem R$ 25,00 cada. Se a meta for alcançada, Gabi terá a tranquilidade de viajar e buscar o título do Pan-americano de sua categoria.

As doações podem ser realizadas via Pix. A Chave Pix é o número de celular 51996028700 – está em nome de Aline Santos, mãe de Gabrielli. O perfil da atleta no Instagram é @casola_gabi.

ESTUDOS

Gabrielli é estudante na Escola Otávio Rosa, no bairro Pátria Nova, em Novo Hamburgo.

Além da concentração em sala de aula, ela segue com sua rotina de treinos na Sogipa. O clube é uma fábrica de campeões da modalidade.

A Sogipa já teve como medalhistas, em Jogos Olímpicos, os judocas Tiago Camilo (2008), Mayra Aguiar (2012, 2016 e 2021), Daniel Cargnin (2021), Felipe Kitadai (2012) e, neste ano, Rafael Macedo, Ketleyn Quadros, Daniel Cargnin e Leonardo Gonçalves, além do técnico Antônio Carlos Pereira, o Kiko, conquistaram uma inédita medalha de bronze na disputa por equipes, vencendo a Itália.

Sair da versão mobile