A edição de 25 anos da Superliga Cimed de Vôlei começou movimentando o cenário da modalidade. Desde a primeira partida disputada, no dia 24 de outubro de 2018, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) vem realizando uma série de 25 homenagens a profissionais de diferentes áreas envolvidas com o voleibol.
Neste sábado (19), quem recebeu a homenagem da CBV foi Jorginho Schmidt. Ele comandou a Frangosul/Ginástica no título da primeira edição da Superliga, em 1994/1995. O superintendente de Competições de Quadra da CBV, Renato D´Ávila, entregou a placa comemorativa
Foi um título inédito e histórico para o clube de Novo Hamburgo. A homenagem foi realizada em Campinas(SP), antes de começar a partida Vôlei Renata x Minas Tênis Clube, válida pela Superliga 2018/2019, no Ginásio Taquaral.
Integrante da Frangosul/Ginástica, o campeão olímpico e mundial André Heller participou da homenagem em que Jorginho recebeu uma placa comemorativa. São dois hamburguenses que fizeram e fazem história no vôlei brasileiro. Atualmente, Jorginho Schmidt é o secretário municipal de Esportes e Lazer de Novo Hamburgo. Já André Heller atua como supervisor da equipe Vôlei Renata, de Campinas (SP).
HISTÓRIA
No total, 22 times disputaram o troféu da primeira Superliga: 12 no masculino e 10 no feminino. Entre as mulheres, o título ficou com o Leite Moça, de Sorocaba (SP). A equipe, que contava com Ana Moser, Ana Paula e Fernanda Venturini, derrotou o BCN (SP) por 3 jogos a 0 na final. Entre os homens, a vitória foi da Frangosul/Ginástica, de Novo Hamburgo. O time gaúcho, liderado pelo campeão olímpico Carlão, venceu os três jogos contra a Nossa Caixa/Suzano (SP).
Um dos homenageados pela CBV foi José Roberto Perillier, superintendente da primeira edição da Superliga. A Liga Nacional foi criada em 89/90 em substituição ao Campeonato Brasileiro de Clubes. Quatro anos depois, ela se tornou a Superliga, a qual comemoramos agora 25 anos. É uma grande satisfação poder ter criado uma competição hoje em dia consolidada, que abriu um tremendo mercado de trabalho para os profissionais que militam no voleibol. Hoje temos um campeonato extremamente bem organizado e gostaria de agradecer essa homenagem que a CBV está me fazendo depois de tanto tempo. Saí de lá em 95 depois de 15 anos”, disse Peri.
