A arrancada fulminante que levou o Novo Hamburgo para a elite do Gauchão

Nos últimos 12 jogos, o clube teve apenas uma derrota na Série A2 do Gauchão

Centroavante Batista tem oito gols e segue na briga pela artilharia da Série A2. Jefferson Couto/ECNH

O Esporte Clube Novo Hamburgo está na final da Série A2 do Gauchão 2025.

Na tarde deste domingo (17), o Noia empatou por 0 a 0 com o Aimoré, no segundo duelo válido pela semifinal da competição. Como havia vencido o primeiro confronto por 3 a 1, garantiu a vaga na decisão.

O título será decidido em dois jogos contra o Inter de Santa Maria. O primeiro jogo será no domingo (24), às 15 horas, no Estádio do Vale, enquanto o duelo de volta será no domingo (31), às 15 horas, no Estádio Presidente Vargas.

O Noia teve a quarta melhor campanha na fase de classificação e o Inter ficou com a segunda melhor campanha.

Independente de ser campeão ou vice-campeão, o Noia está na elite do Gauchão em 2026.

DANÇA DE TREINADORES

Nesta campanha da Série A2 do Gauchão, o Novo Hamburgo teve três treinadores. Começou com Daniel Franco, passou por Marcelo Caranhato (ficou apenas um jogo, com uma vitória) e finalizou com Rogério Zimmermann, a figura que chegou para organizar e dar confiança ao time.

A equipe teve três momentos distintos na Série A2. A largada foi com duas vitórias. Não foram bons jogos, mas as vitórias aconteceram.

Após, aconteceram três derrotas seguidas. Então, um mar de dúvidas. O time seguia não jogando bem e, então, passou a perder. Essa sequência derrubou Daniel Franco.

Chegou, então, Marcelo Caranhato. Ele venceu uma partida e recebeu um convite com maior remuneração e visibilidade. Deixou o anilado conforme combinado previamente. Mais instabilidade e uma nova troca. Com isso, a direção chamou Rogério Zimmermann.

ARRANCADA FULMINANTE

O treinador estreou vencendo o Glória, em Vacaria. Com ele teve início uma arrancada fulminante. Foram 12 jogos sob o comando de Rogério Zimmermann, com apenas uma derrota – perdeu por 1 a 0 para o Inter, em Santa Maria, com o gol nos acréscimos da segunda etapa.

Tirando essa derrota, foram seis vitórias e cinco empates. Uma campanha sólida e consistente. Nestes 12 jogos, teve três clássicos contra o Aimoré: somou uma vitória e dois empates, mantendo a invencibilidade contra o rival do Vale do Sinos.

Passa e muito pelo trabalho de Rogério Zimmermann a volta do Novo Hamburgo à elite do Gauchão. Foi uma arrancada empolgante! E ainda dá para ser campeão.

 

JOGOS DO NOVO HAMBURGO

18/05 – Gaúcho 0 a 1 Novo Hamburgo – Arena BS Bios (Passo Fundo)

25/05 – Novo Hamburgo 1 a 0 Bagé – Estádio do Vale

28/05 – FOLGA NOVO HAMBURGO

2/06 – Lajeadense 2 a 1 Novo Hamburgo – Arena Alviazul (Lajeado)

7/6 – Novo Hamburgo 1 a 2 Brasil de Farroupilha – Estádio do Vale

11/06 – Veranópolis 1 a 0 Novo Hamburgo – Estádio Antônio David Farina (Veranópolis)

16/06 – Novo Hamburgo 2 a 0 Passo Fundo – Estádio do Vale

25/06 – Glória 1 a 2 Novo Hamburgo – Estádio Altos da Glória (Vacaria)

29/06 – Novo Hamburgo 0 a 0 Santa Cruz – Estádio do Vale

6/07 – União Frederiquense 0 a 0 Novo Hamburgo – Arena União (Frederico Westphalen)

12/07 – Novo Hamburgo 0 a 0 Aimoré – Estádio do Vale

16/07 – Novo Hamburgo 2 a 1 Esportivo – Estádio do Vale

20/07 – Inter de Santa Maria 1 a 0 Novo Hamburgo – Estádio Presidente Vargas (Santa Maria)

23/07 – Real 0 a 3 Novo Hamburgo – Módulo Esportivo (Tramandaí)

27/07 – Novo Hamburgo 4 a 0 Gramadense – Estádio do Vale

QUARTAS-DE-FINAL

30/07 – Gramadense 0 a 0 Novo Hamburgo – Vila Olímpica

5/8 – Novo Hamburgo 5 a 1 Gramadense – Estádio do Vale

SEMIFINAL

10/8 – Novo Hamburgo 3 a 1 Aimoré – Estádio do Vale

17/8 – Aimoré 0 a 0 Novo Hamburgo – Monumental do Cristo Rei

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