Celulares, computadores, TVs, geladeiras fazem parte da rotina, mas o que fazer quando deixam de funcionar? Neste 14 de outubro, Dia Internacional do Resíduo Eletrônico, a data chama atenção para um problema que cresce junto com o consumo de tecnologia.
Aparelhos eletrônicos contêm materiais valiosos, mas também substâncias perigosas, como chumbo e mercúrio. Quando descartados no lixo comum, podem contaminar o solo e a água e representar riscos à saúde. Quando destinados corretamente, grande parte desses materiais pode voltar à cadeia produtiva.
Segundo o Global E-waste Monitor, o mundo gerou cerca de 62 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos em 2022, e apenas pouco mais de 20% foi reciclado de forma documentada. Somente o Brasil, em 2025, gerou cerca de 2,4 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos por ano, mas apenas 3% é formalmente coletado.
O Dia Internacional do Resíduo Eletrônico foi estabelecido pela WEEE Forum em 2018, com o propósito de conscientizar a população sobre a relevância do descarte adequado desse tipo de resíduo.
EMPRESA DE NOVO HAMBURGO
Para empresas, o cuidado vai além da consciência ambiental: o descarte inadequado pode gerar responsabilidade legal.
A Reverse – Gestão de Resíduos, com sede em Novo Hamburgo, atua no Vale do Sinos e região com a gestão de resíduos industriais, incluindo os eletrônicos, e emite os certificados exigidos para comprovar a destinação ambientalmente adequada.

A Reverse trabalha com clientes de diferentes perfis – empresas de pequeno, médio e grande porte. O site é https://reverseresiduos.com.br/ . A sede fica na lateral da ERS-239, a cerca de 500 metros do Teatro Feevale.
Cada aparelho descartado corretamente é um passo para uma economia mais circular e para um Vale do Sinos mais sustentável.























