Indústrias calçadistas do país criaram mais de dez mil postos de trabalho em cinco meses

As indústrias calçadistas brasileiras seguem uma curva de crescimento em relação às contratações de funcionários, em 2025.

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
(Abicalçados), com base nos números do Ministério do Trabalho e Emprego
(MTE), apontam que o setor calçadista criou, entre janeiro e maio deste ano, 10,21
mil postos de trabalho.

Com isso, a indústria encerrou o mês cinco com
um estoque total de 292,41 mil pessoas empregadas na atividade, 1,9%
mais do que no mesmo mês do ano passado.

O movimento reflete as boas
expectativas do setor, que deve ver sua produção aumentar entre 1,4% e
2,2% em 2025, alcançando mais de 940 milhões de pares produzidos, o
melhor número em 11 anos.

RIO GRANDE DO SUL

Entre os estados que mais empregam no segmento, o Rio Grande do Sul criou 1,38 mil postos de trabalho entre janeiro e maio. Com isso, as fábricas gaúchas encerraram o período com um total de 82,3 mil pessoas empregadas na atividade, 2,9% menos do que no mesmo intervalo de 2024.

Na sequência, aparece o Ceará, que, entre janeiro e maio, criou 349 postos de trabalho, encerrando o período com estoque total de 69,45 mil pessoas empregadas na atividade, 6,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado.

Na terceira e quarta colocações entre os estados que mais empregam no
setor calçadista aparecem a Bahia e São Paulo, sendo que o primeiro
criou 2,51 mil postos e encerrou maio com estoque de 43,54 mil pessoas
empregadas (+6% em relação a 2024), e o segundo criou 2,57 mil vagas,
encerrando maio com total de 32,97 mil postos totais na atividade, 1%
mais do que em 2024.

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