Buracos e crateras ocorrem em ruas e passeis públicos de todas as cidades. Em Novo Hamburgo não é diferente.
Na atual administração comandada pela prefeita Fátima Daudt (PSDB), uma prática vem chamando a atenção. Quando surge um buraco, cratera ou algum problema que poderá representar alguma ocorrência mais grave, as equipes da Prefeitura agem rapidamente para sinalizar.
São diversos casos de cones, caveletes, cercas ou fitas sinalizando problemas e isolando buracos em ruas ou calçadas. Esse é o ponto positivo da história: a sinalização é feita com relativa agilidade.
A parte ruim é que essas ocorrências acabam esquecidas. Parece que a sinalização “resolveu” o problema.
No bairro Vila Nova, o Portal Martin Behrend acompanha há meses o desleixo com um tremendo desnível na rua Ibirubá.
O desnível existe há vários meses. Inicialmente, colocaram uma sinalização emjambrada – galho e saco plástico. Ela não resistiu. Posteriormente, foi colocado um cone para sinalizar o local. Não durou muito. Em seguida, a Prefeitura esteve sinalizando o problema com um cavalete. Eis que o equipamento também está em pedaços.
A última matéria no local é de 8 de outubro: https://martinbehrend.com.br/noticias/noticia/id/6895/titulo/sinalizacao-enjambrada-tombou-cone-foi-destruido-cavalete-se-despedacou-e-haroldo-jones-segue-de-olho-em-desnivel-na-vila-nova
VILA ROSA
No bairro Vila Rosa, uma situação começa a ganhar o mesmo roteiro. Uma tampa de ferro cedeu e um buraco se abriu na rótula das ruas 24 de Maio e Visconde de São Leopoldo, em frente à Praça Jardim Vila Rosa. Colocaram cones e uma cerca. Sinalizaram. E nada mais foi feito.
Essa estratégia parece um teatro. No começo, tem o drama do buraco; na sequência, vem a emoção com a sinalização do local; só que está faltando o momento apoteótico para se ter um final feliz: resolver os problemas.
Acima estão apenas dois exemplos. São vários espalhados pela cidade. Abaixo tem mais um caso, é na rua Gomes Portinho, no Centro, na mesma situação.
Somente sinalizar é trabalho pela metade. E, além disso, tem o prejuízo com os cones e cavaletes que vão se deteriorando ou sendo demolidos a partir de colisões de motoristas desavisados.

























