As notícias que chegam da Europa deixam as autoridades brasileiras em alerta.
No continente europeu, após alguns meses de flexibilizações de atividades, os casos de pacientes infectados com o novo coronavírus está batendo recordes. São milhares de novos registros por dia. E o número de óbitos volta a crescer.
Na França e na Alemanha diversos setores da sociedade estão fechando as portas. É lockdown por algumas semanas em determinadas atividades.
VALE DO SINOS
Existe uma preocupação muito grande das autoridades brasileiras com a falta de cuidado da população.
O vírus segue aí. A máscara continua salvando vidas. A higiene das mãos precisa ocorrer. Não pode ter aglomerações. As pessoas precisam evitar se tocar e manter o distanciamento possível. Quem não precisar sair deve ficar em casa.
Após meses com hospitais lotados e bandeira vermelha, o Vale do Sinos está na bandeira laranja do Distanciamento Controlado há mais de um mês.
A situação ainda está sob controle, mas é preciso ficar em alerta, até porque algumas estruturas de atendimento foram desmanchadas em razão da redução de casos e otimização dos custos operacionais.
O Portal Martin Behrend divulga uma atualização da ocupação dos leitos de UTI adulto nos principais hospitais do Vale do Sinos – quadro geral de ocupação envolvendo todos os casos médicos.
A atualização é desta quarta-feira (28).
Hospital Sapiranga (Sapiranga) – 12 leitos – 100% de ocupação (confirmação na imagem abaixo)
Hospital Regina (Novo Hamburgo) – 17 leitos – 82,4% de ocupação
Hospital Centenário (São Leopoldo) – 16 leitos – 81,2% de ocupação
Hospital Lauro Reus (Campo Bom) – 10 leitos – 70% de ocupação
Hospital Municipal (Novo Hamburgo) – 35 leitos – 60% de ocupação
Hospital Unimed VS (Novo Hamburgo) – 10 leitos – 30% de ocupação

RIO GRANDE DO SUL
Em relação ao Rio Grande do Sul, a taxa de ocupação dos leitos de UTI em geral nos hospitais gaúchos está em 71,1%
Até o momento, o Estado teve 240.694 casos confirmados. Destes, estão recuperados 224.325 (93%).
O número de gaúchos que morreram com a doença atingiu 5.699 pessoas. A cidade com o maior número de falecimentos é Porto Alegre, com 1.259 óbitos.

























