O Brasil fechou o mês de março de 2022 com a criação de 136.189 empregos formais.
O levantamento é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) apresentado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.
O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado. 
No acumulado do ano de 2022, foi registrado saldo de 615.173 empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos.
“Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos”, destacou o ministro José Carlos Oliveira, durante apresentação do resultado. “Nos permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos”, acrescentou.
NOVO HAMBURGO
Em Novo Hamburgo, o saldo também permanece positivo. A indústria segue mostrando fôlego em Novo Hamburgo e mais uma vez lidera a geração de postos de trabalho na cidade. Segundo balanço do Novo Caged, o município criou um total de 459 vagas com carteira assinada em março, sendo mais da metade, 292 gerados na indústria hamburguense.
“Nossa economia está empreendendo com vigor, o que é muito bom para todos. Tenho dito que emprego representa mais cidadania e a possibilidade das famílias concretizarem sonhos”, comemora a prefeita Fátima Daudt (PSDB).
Ela lembra que somente nos três primeiros meses de 2022 Novo Hamburgo já gerou 1.793 postos de trabalho.
Com isso, o município segue destaque na criação de postos de trabalho nos Vales do Sinos, Caí e Paranhana. Na região metropolitana, perde apenas para Porto Alegre e Canoas. No balanço dos últimos 12 meses, porém, entre abril de 2021 e março de 2022, Novo Hamburgo está na terceira posição em todo o Estado, com 6.518 empregos criados, atrás apenas de Caxias do Sul e Porto Alegre, cidades bem maiores.
DETALHES
O diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior, explica que, na comparação com o restante do Estado, Novo Hamburgo segue no Top 10, ficando com a oitava posição no mês de março entre todos os 497 municípios do Rio Grande do Sul. Questões sazonais, como colheitas agrícolas, possibilitam cidades do interior, como Santa Cruz e Venâncio Aires, liderar a geração de empregos no Estado neste início de ano.
A exemplo de fevereiro, o setor de serviços também foi a segunda área que mais empregou em março, com outras 205 vagas criadas em Novo Hamburgo. Comércio e construção tiveram saldo negativo em março. “Os jovens de até 24 anos representaram quase 73% da mão de obra contratada no mês, seguida do grupo entre 30 e 49 anos”, detalha Dietrich.
Mulheres e homens praticamente dividiram os postos de trabalho, com 227 vagas ocupadas por elas e 232, por eles. Com informações da Agência Brasil e da Assessoria de Imprensa/Prefeitura de Novo Hamburgo.

























