O Rio Grande do Sul sofrerá por muito tempo ainda as consequências da estiagem de cinco meses com chuva escassa.
Mesmo com as chuvas de maio e desta primeira semana de junho, os níveis de muitos rios gaúchos seguem abaixo da média.
Com as reservas e barragens com baixo nível, a recomposição do nível hídrico ainda preocupa.
É o caso do Rio dos Sinos.
No momento mais dramático, na primeira semana de maio, o nível do Sinos chegou em 1.73 metro – o patamar mais baixo desde 1998. Essa medição é feita na Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo, junto à ponte da Estada da Integração Leopoldo Petry.
Neste sábado (6), o nivel do rio está em 2,29 metros.
Historicamente, o nível “médio” e tranquilo do rio fica acima dos 3 metros. Quando chove durante muito tempo, ele ultrapassa a marca metros neste mesmo ponto de captação.
Ainda não risco de racionamento ou desabastecimento, mas essa fantasma segue rondando, pois a recomposição de níveis anteriores não deve ocorrer.
“Esse não é o momento de relaxar. Precisamos manter a cultura do consumo consciente, sem desperdício de água tratada pelo menos até que voltemos ao nível normal do Rio dos Sinos. Assim, vamos continuar garantindo que todos recebam água tratada sem falta”, destacou recentemente o diretor-geral da Comusa, Eduardo Antônio Bonato

























