Novo Hamburgo
sábado, 3 de outubro de 2026
  • O Martin
  • Livros
  • O Patrono
  • Anuncie
  • Contato
Portal Martin Behrend
  • Novo Hamburgo
  • Novidade
  • Esporte
  • Região
  • Política
  • Publieditorial
  • RS
  • O 5 de Abril
  • +
    • Brasil
    • Investimento
    • Mundo
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Martin Behrend
  • Novo Hamburgo
  • Novidade
  • Esporte
  • Região
  • Política
  • Publieditorial
  • RS
  • O 5 de Abril
  • +
    • Brasil
    • Investimento
    • Mundo
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Martin Behrend
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Brasil

Copom reduz juros básicos para 4,25% ao ano e crédito deverá ficar mais acessível para a população

Redação | Martin Behrend Por Redação | Martin Behrend
05/02/2020 - 19:17
em Brasil
Share on Twitter

Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) diminuiu os
juros básicos da economia brasileira.

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom)
reduziu a taxa Selic para 4,25% ao ano, com corte de 0,25 ponto percentual.

A decisão era esperada pelos analistas financeiros, segundo
a pesquisa Focus do BC.

Em comunicado, o Banco Central indicou que pretende
interromper os cortes de juros. “O Copom entende que o atual estágio do ciclo
econômico recomenda cautela na condução da política monetária. Considerando os
efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o comitê
vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”,
ressaltou o texto.


A nota também pediu a manutenção das reformas estruturais da
economia brasileira, de modo a manter os juros em níveis baixos por muito
tempo.



Com a decisão de hoje (5), a Selic está no menor nível desde
o início da série histórica do Banco Central, em 1986.


De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em
7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano
em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos
da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando
a ser reduzida em julho de 2019.


INFLAÇÃO


A Selic é o principal instrumento do Banco Central para
manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2019, o indicador fechou em 4,31%, o maior
resultado anual desde 2016. A inflação foi impulsionada pela alta do dólar e
pelo preço da carne, mas continua abaixo do teto da meta. O IPCA de janeiro
será divulgado na próxima sexta-feira (7).


Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu
meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O
IPCA, portanto, não poderá superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A
meta para 2021 foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5
ponto percentual.


No Relatório de Inflação divulgado no fim de
dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA
continuará abaixo de 4% nos próximos anos, atingindo 3,5% em 2020 e 3,4% em
2021 e 2022. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com
instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o
ano em 3,4%, mesmo com a alta recente do dólar e da carne.


CRÉDITO MAIS BARATO


A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros
menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário
de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC
projetava expansão da economia de 2,2% para este ano.



As estimativas estão em linha com as do mercado. Segundo o
boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 2,3% do
Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em
2020.

LEIA TAMBÉM

Estudantes de Novo Hamburgo brilham e são campeões na 93ª Jornada de Foguetes, no Rio

Eleitores terão Trensurb e ônibus gratuitos no domingo de votação


A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos
públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de
referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima,
o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque
juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.


Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e
incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para
cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços
estão sob controle e não correm risco de subir. Com informações da Agência Brasil da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).


Newsletter



 Notícias relacionadas

Alunos do Instituto Seno Frederico Ludwig recebendo a premiação
Brasil

Estudantes de Novo Hamburgo brilham e são campeões na 93ª Jornada de Foguetes, no Rio

02/10/2026 - 21:15
Neste domingo (4), dia do primeiro turno das Eleições Gerais 2026, haverá gratuidade no transporte metroferroviário da Trensurb. Divulgação
Brasil

Eleitores terão Trensurb e ônibus gratuitos no domingo de votação

02/10/2026 - 15:10
BFSHOW se tornou fundamental no calendário do setor calçadista brasileiro. Divulgação
Brasil

Maior feira calçadista da América Latina, BFSHOW anuncia seu maior Projeto Comprador

23/09/2026 - 16:05
Fabio Rosinholi, Dudu Rodrigues, Beto Campos e Lucas Feltes. Divulgação
Brasil

Grande grupo de comunicação adquire participação de agência fundada em Novo Hamburgo

21/09/2026 - 11:27
A marca Capelli Rossi, de Igrejinha, esteve apresentando suas coleções. Divulgação
Brasil

Feiras na Itália podem gerar R$ 150 milhões para empresas do setor calçadista

18/09/2026 - 13:27
Brasil

Voto parcial não será válido? Fake News de outras eleições volta a circular

17/09/2026 - 10:05
Próxima notícia

Petrobras anuncia mais uma redução do preço da gasolina: queda superior a 4%

MAIS LIDAS DA SEMANA

Arthur Dambros Gomes tinha 26 anos. Divulgação

Falecimento de jovem advogado comove região de Gramado e Canela

Por Redação | Martin Behrend
30/09/2026 - 11:45

Capivara chega cedo em loja de Novo Hamburgo para ter prioridade no atendimento

Por Redação | Martin Behrend
01/10/2026 - 09:16

A afirmação que ignora e desrespeita o legado de cada gestor de Novo Hamburgo

Desrespeito histórico de Finck com ex-prefeitos de Novo Hamburgo

Por Redação | Martin Behrend
01/10/2026 - 19:21

Portal Martin Behrend

Tudo é informação. Tudo tem opinião.

Doppel Assessoria e Negócios
Rua Castro Alves, 110/601, bairro Rio Branco, Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. 93310.270
CNPJ: 20.359.504/0001-00
E-mail de contato: [email protected]

Redes Sociais

EDITORIAS

  • Brasil
  • Colunistas
  • Esporte
  • Investimento
  • Mundo
  • Notas
  • Novidade
  • Novo Hamburgo
  • O 5 de Abril
  • Política
  • Publieditorial
  • Região
  • RS
  • Sem categoria

RECENTES

  • Estudantes de Novo Hamburgo brilham e são campeões na 93ª Jornada de Foguetes, no Rio
  • Eleitores terão Trensurb e ônibus gratuitos no domingo de votação
  • Com 22 artistas no palco, Celebration Band celebra dez anos com espetáculo em Novo Hamburgo
  • Vai multar? Novo Hamburgo recebe radares fake para controlar velocidade
  • Prefeitura reforça Guarda Municipal de Novo Hamburgo com 120 novas pistolas
  • O Martin
  • Livros
  • O Patrono
  • Anuncie
  • Contato

Martin Behrend - Criação Web Tchê Digital

Welcome Back!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
Sign In with Linked In
OR

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Novo Hamburgo
  • Novidade
  • Esporte
  • Região
  • Política
  • Publieditorial
  • RS
  • O 5 de Abril
  • +
    • Brasil
    • Investimento
    • Mundo

Martin Behrend - Criação Web Tchê Digital

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Ao clicar em "Aceitar", você concorda com o uso de cookies, Termos e Política do Site