Duas das maiores cidades do Vale do Sinos estão liderando um ranking nada positivo.
São Leopoldo e Novo Hamburgo são as duas cidades gaúchas que mais registraram óbitos, em 2024, em razão da dengue.
De 1º de janeiro até 10 de abril, 67 óbitos no Rio Grande do Sul foram em razão da dengue.
Deste total, 11 pessoas eram moradoras de São Leopoldo e 8 residiam em Novo Hamburgo. São 19 mortes nas duas cidades num total de 67 no Estado.
Novo Hamburgo teve mais de 5,5 mil casos confirmados e São Leopoldo tem mais de 5 mil casos confirmados – e os números continuam subindo.
No Rio Grande do Sul, nestes primeiros meses de 2024, foram quase 55 mil casos confirmados. Todos estes dados são divulgados pela Secretaria Estadual da Saúde (SES).
SINTOMAS
A SES reforça a importância de se procurar atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.
Principais sintomas:
– febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias;
– dor retro-orbital (atrás dos olhos);
– dor de cabeça;
– dor no corpo;
– dor nas articulações;
– mal-estar geral;
– náusea;
– vômito;
– diarreia;
– manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
ELIMINAR PONTOS DE ÁGUA PARADA
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti – como a limpeza e revisão das áreas interna e externa de residências e apartamentos, além da eliminação dos objetos com água parada – são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.
O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes.
Agora, cada cidadão pode colaborar eliminando pontos de água parada dentro de casa, na rua, em terrenos e locais onde o mosquito tenha condição de se proliferar.

























