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Lições do velho (e nem tão velho) mundo

Uma das melhores lembranças que se tem de nossas viagens, além das memórias visuais, são as experiências culturais

02 de Março, 2018 às 19:14

Vivências em outras realidades representam também uma riqueza cultural. Fotos Divulgação

Uma das melhores lembranças que se tem de nossas viagens, além das memórias visuais, são as experiências culturais. Quando nós, tupiniquins, visitamos o velho, ou mesmo o não tão velho mundo, ficamos chocados com tanta diferença de cultura. Toda vez que vou é um choque. Quero compartir com vocês alguns exemplos a serem seguidos.


No trânsito, em geral, todos respeitam muito as indicações para dobrar à esquerda, seguir em frente e dobrar à direita, quando para nós parecem somente desenhos de flechas de formatos variados. As faixas de pedestres são respeitadas, mesmo sem sinaleira específicas para as mesmas. Ah, e os pedestres as utlizam! Não é incrível? As ciclovias são respeitadas também!


Ao chegar em qualquer ambiente, qualquer pessoa, de qualquer faixa de idade ou social, cumprimenta os presentes, e se desfaz de óculos escuros, chapéus e bonés. Vocês percebem isso por aqui?


As conversas são tão interessantes! Enquanto um fala, o outro escuta, e assim sucessivamente, ou seja, o velho ditado de “quando um burro fala, o outro murcha as orelhas e escuta". Além disto, se faz uma pergunta de cada vez, e jamais se interrompe uma conversa alheia, a não ser que seja solicitado. Em lojas , ou bares, o cliente é a peça principal. Não se escuta conversas paralelas a dele por parte dos vendedores.


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À direita – Tanto no metrô, quanto em elevadores e escadas, se utiliza sempre o lado direito. Na escada rolante, quem estiver atrasado ou com pressa, passa pelo lado esquerdo, e o fluxo no metrô e elevador fica tão mais lógico desta forma. Ah, eles se cumprimentam nestes lugares também ! Educação vem de casa ...


Existe uma grande preocupação com o meio ambiente em geral, deixando de lado produtos poluentes para utilizar mais os substitutos naturais , separação de lixo, e com a preservação da água . Afinal, que mundo queremos deixar...


Vou citar um exemplo: Estava eu e uma senhora em Nova Iorque, caminhando na chuva, providos de guarda-chuvas, e sem que eu houvesse percebido, ela escorrega e cai. Ao me voltar para ela, já havia umas quatro pessoas a socorrendo. A isto se chama internacionalmente de senso de coletividade e respeito pelo próximo.


Aí, você fica pensando ... O quê adianta só eu fazer? Adianta sim , se cada um fizer a sua parte, o mundo tende a se tornar um lugar melhor para se viver.


Desculpe se não falei em nenhum país ou lugar específico, mas até viajar, com educação, é muito melhor !!!!

Autor

Davi Dietrich

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