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E a conclusão da duplicação da rua Rincão? Após quatro anos sem obras, o ano de 2018 deve ter uma novidade

Após muita luta, o convênio para duplicação da rua Rincão foi assinado em 2011

11 de Janeiro, 2018 às 22:00

Situação atual: duplicação parcialmente concluída. E onde não tem duplicação, segue a disputa entre veículos, ciclistas e pedestres

Foi em dezembro de 2011 que o ex-prefeito de Novo Hamburgo e atual deputado estadual, Tarcísio Zimmermann (PT), assinou o convênio com o governo do Estado para permitir a tão sonhada duplicação de quase um quilômetro da rua Rincão, que divide Novo Hamburgo e Estância Velha. O valor anunciado foi de R$ 1.365.705,45.


No dia 17 de maio de 2012 ocorreu a assinatura da ordem de início de obras da duplicação da rua Rincão. Zimmermann chegou a anunciar que as obras iriam começar e parar somente quando estivessem concluídas.


A obra até começou e avançou. Mas lá pelas tantos parou. E empacou. É que alguns moradores da Rincão que tiveram terrenos desapropriados ingressaram na Justiça. Eles contestaram valores pagos pela desapropriação. Com isso, apenas parte da duplicação ocorreu. Em setembro de 2012, a Prefeitura anunciava que “as obras têm previsão de término para maio de 2013.” Estamos em janeiro de 2018.


Os motoristas seguem circulando no trecho parte em pista simples, parte em trecho duplicado. É uma confusão. Tarcísio terminou seu mandado na Prefeitura, Luis Lauermann (PT) ficou por quatro anos, Fátima Daudt completou seu primeiro ano de governo. E nada do restante da duplicação avançar.


Em junho do ano passado, o Portal Martin Behrend atualizou esta demanda, Interrompida desde janeiro de 2014, a obra que deveria duplicar um trecho de 800 metros foi paralisada com cerca de 70% de conclusão. A matéria está no link http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i...


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Ao completar quatro anos de paralisação da obra, o Portal Martin Behrend foi em busca de informações. A Prefeitura enviou um comunicado com uma novidade que deve se concretizar em 2018.


“A Prefeitura de Novo Hamburgo já iniciou as negociações para indenizar os proprietários dos imóveis. Após os possíveis acordos, será dado o encaminhamento jurídico e aberto os prazos para as licitações visando a realização da obra.”


Então, segue a expecttiva. Foram anos de espera pra se ter uma prioridade na duplicação. Finalmente, o contrato foi assinado em 2011. Obras iniciadas em 2012. Movimentação paralisada em 2014. E, em 2018, uma antiga reivindicação da comunidade da região pode começar a ser finalizada. Quem sabe, para 2019. Depois perguntam os motivos de o Brasil não avançar mais rapidamente. É tudo muito lento, burocrático, enrolado e desgastante.

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