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Calçadistas brasileiros fazem lição de casa e exportações seguem crescendo na comparação com 2016

Dados elaborados pela Abicalçados apontam crescimento nos pares exportados e nos valores das vendas

09 de Novembro, 2017 às 15:57

Aumento nos embarques foi confirmado com bons resultados em outubro. Divulgação

Os calçadistas brasileiros seguem com as mangas arregaçadas e fazendo o dever de casa. Com investimentos em tecnologia, design e fortalecimento de marcas, as exportações de 2017 apresentam reação frente aos resultados do ano passado.


Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, de janeiro a outubro deste ano, os calçadistas alcançaram a marca de 99,9 milhões de pares exportados para mais de 150 países, número 3,5% superior ao registro de igual período de 2016.


Em valores, as cifras dos dez meses chegaram a US$ 890 milhões, 13,3% mais do que no ano passado. Somente em outubro foram embarcados 11,6 milhões de pares, o melhor resultado de 2017 e também 20,6% superior ao registro do mesmo mês de 2016. O valor gerado no mês dez foi de US$ 93,56 milhões milhões, 12,3% maior do que no seu correspondente do ano passado.


Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os números refletem as encomendas decorrentes das participações brasileiras nas feiras internacionais do segundo semestre do ano. “Tivemos resultados muito bons nessas ações e o fato, consequentemente, refletiu no aumento dos embarques”, comenta, ressaltando que ao longo do ano as ações internacionais, apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de apoio ás exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), devem gerar US$ 200 milhões.


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RIO GRANDE DO SUL LIDERA


O principal exportador do Brasil entre janeiro e outubro foi o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 23,5 milhões de pares que geraram US$ 376,53 milhões, altas de 1,5% em volume e de 7,7% em receita no comparativo com igual intervalo de 2016. A receita gerada com os embarques do Estado responderam por 42,3% do total gerado no ano.


O segundo maior exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 37 milhões de pares que geraram US$ 220,33 milhões, altas de 3,9% em pares e de 8,8% em dólares no comparativo com os resultados de 2016.


No terceiro posto do ranking de exportadores apareceu São Paulo, de onde foram embarcados 6,43 milhões de pares por US$ 97,3 milhões, queda de 15,4% em volume e alta de 9,8% em receita em relação a 2016.

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