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Peça de teatro “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” volta à cena em Novo Hamburgo

Espetáculo será encenado no Teatro da Paranóia Produções Artísticas em dois dias

09 de Novembro, 2017 às 11:25

Antonio Lima em cena: melhor ator do Festival de Rosário do Sul. Divulgação

O Grupo Luminarte, depois de ter sido premiado com o Melhor Espetáculo do Festival Internacional de Teatro, de Rosário do Sul, no final do mês de outubro, retorna com a peça "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá", nos dias 10 e 12 de novembro (no próximo final de semana) em apresentações às 20 horas, no Teatro da Paranóia Produções Artísticas, na rua 25 de Julho, 1215, em Novo Hamburgo.


Os ingressos já estão à venda a R$ 20,00 e podem ser adquiridos na lotérica A Papagaia, na Tabacaria Junka, na Miçanga e Cia e na Paranóia. No dia, na bilheteria, custarão R$ 30,00. Também podem ser feitas reservas pelo telefone 3593.6947.


“Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” é um texto de Fernando Melo que aborda a questão da solidão gay na metrópole carioca nos tempos da ditadura militar que governava o País. O espetáculo, em três atos, conta a história do envolvimento entre Pedro (Antonio Lima - o Melhor Ator do Festival), um enfermeiro homossexual de meia idade, e Renato (Gabriel Dieter - o Melhor Ator Coadjuvante), um jovem recém-chegado do interior do Estado.


Numa noite chuvosa, voltando de uma festa, Pedro encontra Renato, jovem sonhador, recém-chegado à cidade do Rio de Janeiro com o sonho de ser médico, e o leva para casa. Renato passa a ser sustentado por Pedro, num clima de chantagem e exploração. O combustível dessa ação é a ironia de Pedro que, diante da aparente inocência de Renato, vai envolvendo-se, afetivamente, com o enfermeiro, seu amigo e protetor.


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O clima de tensão começa a surgir quando Renato passa a frequentar a cena boêmia das noites cariocas, envolvendo-se com uma prostituta chamada Mary (Margarete Scherer - a Melhor Atriz), que se torna rival de Pedro e este conflito culminará em divertidas e hilárias situações cênicas, possibilitando ao público o prazer de uma tragicomédia sofisticadamente artística. Além de promover o entretenimento, nos faz refletir sobre a condição humana, a solidão numa cidade grande e os riscos da prostituição e do mundo das drogas. A direção é de Margarete Scherer.

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