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Vacinação infantil no Primeiro Mundo

Ficamos muito surpreendidos que na Itália a vacinação infantil não era obrigatória, e sim facultativa

25 de Setembro, 2017 às 11:38

Vacinação infantil é praticada há décadas no Brasil. Divulgação

Quando se fala de primeiro mundo, logo se pensa que tudo funciona às mil maravilhas. Certo é que muita coisa funciona mesmo. Mas ficamos muito surpreendidos que na Itália a vacinação infantil não era obrigatória, e sim facultativa.


Devido à imigração desenfreada, principalmente de países africanos, o governo editou uma lei de que nenhuma criança poderia frequentar a escola, cujo ano letivo começou agora em setembro, se não tivesse uma caderneta de vacinação, e em dia.


O mundo veio abaixo! Parecia impossível de ser aceita essa lei. Enormes discussões, falta de vacinas, falta de tempo hábil, falta de vontade das pessoas, e tudo aquilo que nós brasileiros conhecemos bem. Destaque como primeira noticia em todos os jornais impressos, televisivos e digitais.


O governador do Vêneto decidiu, então, que a lei não valeria no seu território. Ministério da Saúde interveio, e ele revogou a sua decisão. Enquanto isso o tempo ia passando. No hospital uma menina morreu de febre amarela, que tinha sido declarada extinta há mais de 50 anos atrás. A febre chikungunya também já chegou. Mesmo assim, uma boa parte da população italiana não se convenceu.


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Remendaram a lei, dizendo que bastava uma cópia do agendamento da vacinação via eletrônica, para mais adiante. Tudo para evitar o que realmente aconteceu: várias crianças tendo de voltar para casa no primeiro dia de aula, e os pais “fumegantes” a la melhor maneira italiana! E chama os Carabinieri!


Perguntamos a varias pessoas, de todos os níveis – inclusive da saúde – sobre essa rejeição de vacinar as crianças, e nos responderam que as vacinas fazem mal ao desenvolvimento natural das crianças. Informei que no Brasil isso já é obrigatório há muitos anos, ao que foram unânimes: os povos da América Latina são as cobaias dos laboratórios americanos.


Dói ouvir isso. Dói ainda mais se pensar que talvez seja verdade. Mas, considerando a imigração na Itália, não aceitar a vacinação infantil é ser, sem a menor duvida, muito “testa dura”!


Nesta questão, “chapeau” para o Brasil!

Autor

Edela Land

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