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Após várias mortes e pressão, EGR irá construir duas passarelas na ERS-239 em Sapiranga

A expectativa da empresa é iniciar as obras no início de 2018

31 de Agosto, 2017 às 13:40

As passarelas, conforme a empresa, obedecerão as questões de acessibilidade.

Foram várias mortes, muitos feridos, protestos, rodovia bloqueada e indignação com razão da comunidade regional, principalmente de Sapiranga. Esse quadro teve efeito prático: o presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) confirmou ontem à tarde ao deputado estadual João Fischer (PP) que serão construídas duas passarelas na ERS-239.


Uma passarela será erguida entre a Vila Irma e o Bairro Oeste - próximo ao Pórtico da Asa-Delta -, e outra ficará no Bairro São Luiz e Amaral Ribeiro, nas proximidades da Calçados Beira Rio. Em menos de um ano, 11 pessoas morreram em função de acidentes de trânsito na região de Sapiranga. O edital para as obras será lançado dia 11, às 9h30, em Sapiranga. A expectativa da empresa é iniciar as obras no início de 2018.


"Há anos a comunidade sapiranguense e regional aguarda por uma solução definitiva para esse que se tornou um dos problemas mais graves do trânsito em todo Estado, que é a travessia urbana de Sapiranga, agravada pela falta de passarelas. Só vou descansar quando essas obras efetivamente forem entregues à comunidade", destacou Fixinha. Esse quadro em Sapiranga é muito parecido com o que ocorreu em Parobé. Na antiga Sinaleira do Rubinho, alguns atropelamentos e mortes foram registrados. Após vários protestos e pressão, o local ganhou a primeira passarela da 239 - e os acidentes praticamente sumiram. A passarela foi inaugurada na gestão do ex-governador Tarso Genro (PT).


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O presidente da EGR, Nelson Lídio Nunes, destacou o empenho do parlamentar para realização da obra. “Este é um pedido que vem sendo reivindicado pelo Fixinha e o secretário da Fazenda, Giovani Feltes (PMDB), muito antes de assumirmos o controle da EGR”, ressaltou Nunes. Houve também Audiência Pública na Assembleia Legislativa comandada pelo deputado estadual Tarcísio Zimmermann (PT), e mobilização de prefeitos e vereadores. O fato é que a pressão da comunidade falou mais alto. A rodovia tem pedágio, só que os investimentos não aparecem na mesma proporção da cobrança. Sem pressão e bafo na nunca, este recurso não seria disponibilizado e mais mortes seguiriam ocorrendo.


As passarelas, conforme a empresa, obedecerão as questões de acessibilidade. Ainda não há definição de custos, tendo em vista que a EGR fará um estudo de cada local onde as passarelas serão construídas.

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