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Para diminuir distúrbios e confusões, condomínios populares de São Leopoldo passam a ter acompanhamento social

Prefeitura efetivou contrato de trabalho técnico social junto aos empreendimentos populares de São Leopoldo

12 de Agosto, 2017 às 17:25

Exemplo ruim: Residencial Aeroclube, em Novo Hamburgo, passou por uma série de dificuldades logo após a inauguração

O surgimento de dezenas de condomínios populares no Brasil – a maioria do Minha Casa Minha Vida – garantiu a milhares de brasileiros o acesso ao primeiro imóvel regularizado. Está sendo uma conquista para muitos cidadãos. Só que essa experiência vem trazendo alguns distúrbios e confusões em razão de ser experiência nova para muitas famílias. Depredações, discussões e problemas de convivência tornaram o clima bastante desagradável em alguns condomínios.


Em Novo Hamburgo, por exemplo, o Portal Martin Behrend já registrou problemas no Residencial Aeroclube, no bairro Canudos. Na reportagem ficou evidenciado como está sendo difícil para algumas famílias se adaptar às normas dos condomínios populares: http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i... e http://www.martinbehrend.com.br/noticias/noticia/i.... A convivência em condomínios residenciais requer um envolvimento dos moradores lembrando que há direitos, obrigações e regras a serem cumpridas. Por isso é preciso manter um comportamento, postura e bons modos para facilitar o convívio entre os moradores.


Nesta sexta-feira (11), a Prefeitura de São Leopoldo, através da Secretaria Municipal de Habitação (Semhab) e Caixa Federal firmaram um contrato de trabalho técnico social junto aos empreendimentos populares de São Leopoldo. Estão contemplados inicialmente os residenciais Mauá I, Mauá II, Duque de Caxias, Cerâmica, Creta e Malta. Através deste convênio a Cooperativa de Trabalho Interdisciplinar dos Profissionais da Área Social LTDA (Coopas) atuará para estimular o convívio e noções de direitos e deveres por meio de oficinas e atividades em grupo. De acordo com dados da Secretaria de Habitação, três mil pessoas residem nos empreendimentos populares de São Leopoldo.


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O prefeito Ary Vanazzi (PT) referendou o compromisso do atual governo com a moradia digna. “As regras de convivência e bem-estar estabelecem uma condição que é nova para quem é beneficiário dos programas habitacionais populares. As pessoas se tornam proprietárias de um pedaço de um todo e são responsáveis direta e indiretamente pelo local. Isso possibilita mais qualidade de vida e cria laços para que cada um ajude a cuidar de todos”, destacou o prefeito.


A representante do residencial Mauá 1, Tatiane Viana, destacou que o trabalho social vai auxiliar os síndicos e síndicas na melhoria das condições de convivência entre os moradores. “Esperávamos desde 2015 por este projeto. É um desafio já que para muitos é um novo processo de relacionamento”, afirmou.

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