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Voluntariado e combate à corrupção são temas de palestra do Observatório Social de Novo Hamburgo

Evento realizado na ACI marca o início de um ciclo de palestras e debates sobre cidadania

08 de Julho, 2017 às 11:41

Por: DOC - Agência de Conteúdo


Instalada em outubro do ano passado, a unidade de Novo Hamburgo do Observatório Social do Brasil prepara um ciclo de palestras e debates que colocam a cultura da cidadania como tema principal. O primeiro desses momentos foi realizado na última quinta-feira na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha.


O tema do encontro foi “O papel do OSB - O voluntariado e o combate à corrupção - Podemos mudar o país?" e a palestra foi realizada pelo advogado André Arrué, vice-presidente do OSBNH e especialista em compliance. “Esse é um trabalho inicial para que tenhamos um ciclo de debates do Observatório. Nosso trabalho não é apenas monitorar o uso dos recursos públicos, mas também disseminar uma cultura da cidadania, especialmente a cultura da cidadania fiscal”, explica Arrué.



Para o advogado, um dos muitos problemas do país é a perda de uma ideia de cidadania. “Com tanta coisa que vem acontecendo no Brasil parece que entramos em um processo de aceitação. Precisamos nos mobilizar, começando isso pela nossa casa, que é o município. Não é só pensar no nacional, mas fiscalizar as nossas escolas, o nosso transporte público, a coleta de lixo no nosso bairro. É o cidadão olhar a coisa pública como sua, como bem coletivo”, ressalta.


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Os Observatórios Sociais são organizações instituídas e mantidas pela sociedade civil, tendo por objetivo promover a conscientização da sociedade para a cidadania fiscal e propor aos governos locais a adequada e transparente gestão dos recursos públicos, por meio de ações de participação e controle social. Um dos propósitos do Observatório é ser um aliado do Executivo. “Aqui em Novo Hamburgo estamos em estágio inicial, ainda somos poucos voluntários. É preciso fazer com que o Observatório seja conhecido, e chamar as pessoas à participação”, lembra Arrué.

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